PNO 40 - FNM, Miguel, Skyhaven

PIPE OFF: PNO 40# – Faith No More, Miguel e Skyhaven

Esta no ar a quadragésima edição do PNO! E nessa edição, vamos ouvir um pouco de tudo do Eletro-Funk ao Djent. Então de o play e curta mais de 1 hora de somzeiras comandadas pelo Joker e o Lequinho.

 Playlist do Episódio

Cherub – Sensation
JONES – Something Bout Our Love
Ecca Vandal feat. Dennis Lyxzén, Jason Aalon Butler- Price Of Living
The Ongoing Concept – You Will Go
Paramore – Playing God
de Fueled By Ramen
Faith No More – We Care A Lot
Makari – Control
Skyhaven – Free
Prince Charlez – Back Around
Miguel – Told You So

LINKS COMENTADOS NO CAST

RPS 05# – 13/11/2017

Canal Polyphonic

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PIPE OFF: PNO 36# – George Michael, The Used e Architects

Esta no ar a trigésima sexta edição do PNO! E nessa edição, vamos ouvir um pouco de tudo do Pop Alt ao Djent. Então de o play e curta mais de 1 hora de somzeiras comandadas pelo Joker e o Lequinho.

 Playlist do Episódio

II II II – Hot Chance
Stray from the Path – Only Death Is Real
Ary – Already There
George Michael feat. Nile Rodgers – Fantasy
Noname – Yesterday
Animal as Leaders – Physical Education
Enter Shikari – Rabble Rouser
The Used – Over And Over Again
Good Tiger – The Devil Thinks I’m Sinking
Architects – Doomsday

LINKS COMENTADOS NO CAST

RPS Musical #23 – 24/09/2017

Musica do Lill Peep comentada no Podcast

Sobre a Escrita do Stephen King(Link para compra na Amazon)

Série #LIFEATCOMPLEX(Playlist com todos os episódios)

Peaking documentário sobre o Nicholi Rogatkin

Canal Blank on Blank

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PIPE OFF: Porrada no Ouvido 19# – Sam Hunt, ’68 e Two Door Cinema Club

Esta no ar a decima nona do Porrada no Ouvido! E nessa edição, vamos ouvir um pouco de tudo do Honky-Tonk ao Experimental Punk. Então de o play e curta mais de 1 hora de somzeiras comandadas pelo Joker e o Lequinho

Playlist do Episódio

’68 – This Life Is Old, New, Borrowed and Blue
The Guts – Slipped Disco
Jack Grelle – Got Dressed Up To Be Let Down
Sam Hunt – Body Like A Back Road
Two Door Cinema Club – ‘Come Back Home’
The Strokes – Tap Out
Despot – House of Bricks
Das Racist – Rainbow in the Dark
The Blood Brothers – Cecilia and the Silhouette Saloon
Look What I Did – Serf Song

LINKS COMENTADOS NO CAST

Show de despedida do The Chariot

Driver Trailer(Filme)

Drive PS1 Gameplay

Bill Burr falando sobre Steve Jobs(legendado)

Palestra do Ethan Diamond dono do Bandcamp

Texto no Bandcamp sobre a SKiN Graft Records

Hotline Miami Gameplay

Joey Janela Sping Break(Review no Pipe Bomb Drops)

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Cair pra cima: ROH 15th Anniversary – Christopher Daniels vs Adam Cole

Luta livre não tem nenhum sentido prático a não ser o entretenimento. Não tem a pretensão de fazer pensar em algo, não tem a soberba de querer ser mais do que é, mas também nunca finge ser menor. Sendo simples como é, a luta livre e meu lutador favorito acabaram me fazendo pensar sobre a vida num geral.

Christopher Daniels luta há 24 anos, mais tempo do que eu tenho de existência e, dependendo da sorte, mais do que jamais terei.

A primeira vez que eu vi esse homem careca (na época ele já era careca) foi em uma companhia que eu não costumava acompanhar. Ver Daniels e a TNA eram coisas fora da rotina para mim, era uma outra visão de Wrestling, era… outra coisa! E eu não gostava dessa mudança, eu gostava do Raw e do Smackdown. Meu negócio era o Undertaker! Mas o Undertaker com o tempo foi se tornando outra coisa e o Daniels virou minha rotina; enquanto o coveiro passava a me incomodar com a velhice que lhe incomodava, o anjo caído passou a envelhecer e me agradar cada vez mais.

Uma luta que me marcou muito nesse periodo, uma das primeiras que eu vi quando parei de acompanhar WWE exclusivamente, foi AJ Styles vs Christopher Daniels vs Samoa Joe pelo TNA World Title, a rematch do Clássico de 2005 que é muito comentado, ou pelo menos era na época. Também foi a luta que me incentivou a escrever sobre o Sr. Covell pela primeira vez, nos tempos difusos do Orkut em um quadro chamado “WWE for History”, porque para mim Wrestling ainda era WWE.

E é nesse próprio “Wrestling” que hoje dois terços dessa fração prosperam e crescem para o mundo, mesmo já sendo grandes para muita gente! Enquanto isso Daniels foi ficando “para trás” junto com seu amigo Frank Kazarian. Deixaram a TNA, se firmaram na ROH. O mundo do Wrestling foi evoluindo e minha percepção de Luta Livre se tornou uma coisa mais ampla, mais abrangente a outros gostos e outras propostas. Entretanto, mesmo com a visão mudando, uma coisa nunca mudou para mim: A importância de ser Campeão Mundial.

Claro, “Campeão Mundial” é só uma expressão que usamos para definir o campeão principal de uma federação; usualmente o Título é de campeão nacional, campeão mundial ou campeão de empresa “X”. Desculpem o didatismo idiota, talvez esteja explicando a mim mesmo.

Prosseguindo. Christopher Daniels já foi campeão em inúmeras federações, inclusive o World Champion de várias, porém ele nunca foi o cara. Foi um return que reforçou a Fourtune na sua feud excelente com a Immortal, é a metade da Addiction (anteriormente Bad Influence, amor eterno), foi TV Champion, Campeão de Duplas, teve sua Five Star match (a supracitada no Unbreakable 05); ele tem filhos, tem uma esposa, provavelmente uma família, amigos e uma comida favorita e uma roupa confortável de usar no domingo à tarde, quando pode.

Ainda assim, ele nunca fora o cara de uma empresa grande, um Wrestler possível de nomear a cara da companhia. Até Sexta-Feira, 10 de março, o Fallen Angel era mais um Wrestler que poderia entrar para classe de lendas que nunca foram World Champions, nunca tiveram a chance de ser o cara. Em uma promo ele, com maestria, demonstra todo o sentimento por trás dessa espera, a carga que uma conquista dessa carrega.

Ela é esta que se segue:

 

 

 

Eternidade e esquecimento, sacrifícios pela indústria e a percepção que o tempo, ele não está passando, ele já passou. E então eu pensei e repensei. Ser um wrestler é ouvir o relógio da vida bater meia noite as dez da noite, mas viajar no tempo além do que muitos outros esportes te permitem e no espaço muito mais que outras técnicas te proporcionam. Esse texto não é sobre mim, não é sobre o Adam Cole e o quanto a ideia dele e do Bullet Club já terem me esgotado a paciência profundamente; não é também sobre a luta, que, apesar de não ter sido ruim, não foi muito boa. Ela cumpriu seu propósito, com um final emocionante entregou aquilo que prometeu, condizente com a feud na qual foi fundamentada.

Ver o Curry Man levantando passado e futuro nas mãos, agora, foi bonito. A jornada completou seu sentido e justificou seus vazios; eu, como fã, fiquei alegre que só o diabo.

Chris já está “velho”, 46 anos é uma idade avançada, ainda mais em um estilo de luta como o dele. Quanto mais progredimos vai ficando mais evidente o efeito disso, apesar de ele ainda lutar com precisão e claridade, num dos estilos mais limpos já vistos. Portanto, esse é o tema: Sobre idade, sobre o tempo. Perceber que talvez seja a última chance de fazer algo grandioso, algo que “importa” é dolorido, porem precioso e inconscientemente diário. Talvez, enquanto seus amigos seguem caminhos diferentes e grandiosos, você se veja ali no mesmo lugar onde estava, sendo sempre o meio de um caminho para outros, mas nunca um ápice. E está bom assim, não há nada errado.

E tem algo errado. Tinha.

AJ Styles é ex-campeão da WWE, Samoa Joe é um candidato ao Main Event no futuro breve. Ambos já foram campeões mundiais há muito tempo atrás,  Joe da ROH inclusive, e para eles essa se faz uma conquista longe no retrovisor, decerto alguns degraus abaixo de uma escada inacabada. No ROH 15th Anniversary, Christopher Daniels chegou ao topo de sua escada, uma escada particular a qual todos construímos individualmente, com nossos próprios degraus e aspirações pessoais. Vai do que lhe é necessário.

Para ele era necessário estar no topo do mundo, do mundo DELE. Ele conseguiu, esse anjo caído despencou, mas despencou para cima.

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PIPE OFF: Porrada no Ouvido 05# – Kvelertak, Macklemore e Joe Bonamassa

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Esta no ar a quinta edição do Porrada no Ouvido! E nessa edição, vamos ouvir um pouco de tudo do RAP ao Hardcore. Então de o play e curta mais de 1 hora de somzeiras comandadas pelo Joker e o Lequinho

Playlist do Episódio

Joe Bonamassa – Drive
Daniel Meade & The Flying Mules – PLEASE LOUISE
Cronauta – Harangue
Dance Gavin Dance(w/ Tilian, Jonny Craig & Kurt Travis) – Uneasy Hearts Weigh the Most(Live)
Pelican – Parasite Colony
The Beach Boys – Good Vibrations
Macklemore ft. Ariana Deboo – Drug Dealer(Live)
Apathy – Pieces Of Eight
While She Sleeps – Our Legacy (Official Video)
Kvelertak – Kvelertak

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PIPE OFF – Aviso

Ola queridos leitores e ouvintes, venho aqui para fazer um rápido aviso, como se pode facilmente perceber estamos a uns bons meses sem atualizar o site, isso devido a um grande bloqueio criativo que atingiu os membros do Pipe Bomb, e que está impedindo de produzirmos novos conteúdos relacionados a Pro Wrestling. Devido a isso venho aqui informar que para fazer valer os custos do domínio do site pago gentilmente pelo nobre colega de site “Captain”, nos iremos começar a fazer alguns posts cujo o conteúdo não se relaciona a Pro Wrestling, e para não deixar duvidas, todos os post conterão a “TAG” PIPE OFF. Mas é claro não iremos de forma alguma abandonar o conteúdo relacionado a PW, e assim que uma luz de criatividade surgir, traremos algo novo.

Agradecemos atenção de todos, e esperamos que continuem prestigiando os conteúdos produzidos pelo site, e lembrando amanhã lançaremos o primeiro post da série PIPE OFF. Não se esqueça de nos acompanhar no Twitter e Facebook, onde fazemos posts quase diários sobre Pro Wrestling.

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[MNW10] Russagem

Rastejando para o seu fim, com diversas brigas internas e constantes trocas no comando da companhia, a WCW apelou para Vince Russo, escritor de uma revista de esportes que virou booker da WWF durante a Attitude Era e que gostava de tomar crédito pelo sucesso de tal era, Russo chegou a WCW cheio de ideias e queria começar do zero, como se nada tivesse acontecido na WCW até ali, mas logo iria descobrir que não era bem assim que funcionava, todos os Main Eventers tinham uma clausula de Controle Criativo em seu contrato, como isso funciona, quem tinha essa clausula no contrato fazia o que concordava, se não concordasse podia mudar o script, cada vez que Russo pensava em algo novo, alguém bloqueava a ideia e não queria fazer o que era pedido, a ideia de Russo era elevar os novos wrestlers, como o Billy Kidman por exemplo, mas não foi muito longe essa ideia, com o longo do tempo e cada vez mais frustrado com os acontecimentos Russo foi colecionando ódio das estrelas principais da WCW, caso de Hogan, Nash, Hall que se recusam a fazer qualquer coisa que Russo pedia, e quando apareciam na TV, tinham uma aparência do tipo “ Eu to na TV, que grande porcaria “.

Sem o apoio de ninguém, Russo continuava tentando ajudar os novos talentos, e por causa de um deles o destino da WCW seria mudado para sempre, a match entre Hogan vs Jarrett estava marcada, Russo queria que Jarrett vencesse Hogan, mas Hogan queria vencer e continuar com o title, claro, típico, Russo pensou em milhares de cenários, Hogan recusou todos, o que sobrou? Russo mandou Jarrett se deitar e deixar Hogan o vencer e continuar com o title, Jarrett fez isso, irritado, Hogan pegou o title e nunca mais voltou para a WCW, no mesmo PPV, Russo fez uma promo sobre Hogan, onde ele diz até hoje que era parte da Storyline, Hogan não acredita, e para ser sincero, nem eu.

As ideias de Russo não faziam mais efeito, ele jogava 300 coisas em um show e a que funcionasse eles continuavam, uma tentativa idiota, muito idiota, muito mesmo, David Arquette como World Champion, sim, você leu isso, um ator que estava gravando um filme sobre Wrestling era World Champion, para Russo essa ideia foi genial e ele defende até hoje, todos, repito, TODOS concordam que essa foi uma das piores ideias que Russo já teve se não a pior. Essa não foi a única má ideia de Russo, Viagra on a pole, sério? E para piorar, Russo também se bookou para ser World Champion, ou seja, o tal booker que tinha os créditos pela Attitude Era ficou na WWF, até porque, nas melhores ideias que a WWF teve para vencer a WCW Russo não teve envolvimento nenhum, todas foram da cabeça de algum Wrestler ou de Vince.

Se Russo fosse um bom booker, o termo ‘Russagem” não seria usado para descrever um fim de match muito ruim.

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[MNW09] “The Undefeated” Goldberg!

Com a grande ascensão de Stone Cold Steve Austin e a queda nos ratings a WCW tinha que pensar em algo rápido e que desse um resultado monstruoso para não deixar a WWF escapar nos ratings, eis que surge Goldberg, ex-jogador de futebol americano, um grande atleta que não sabia nada sobre o Wrestling, mas isso não impediu da WCW apostar em Bill, começou com simples vitórias em matches rápidas, as famosas Squashes, e assim foi, 1-0, 2-0, 3-,0 e quando Bischoff percebeu, a crowd estava gostando de Goldberg mesmo ele não sabendo lutar e só fazendo dois moves por match e usaram essa streak de vitórias de Goldberg como parte do personagem, e de uma semana pra outra 10-0 virou 30-0 e assim foi crescendo, matches de 50 segundos onde Goldberg não vendia os moves do adversário, Spear > Jackhammer e ganhava, sim, Goldberg estava over só fazendo isso.

Um fato que preciso destacar é uma match entre Goldberg vs Regal, onde foi imposto a Regal fazer uma boa match que durasse 6 minutos, Regal tentou, por Deus ele tentou, mas ficou clara a falta de habilidade de Goldberg, Regal durante um interview falou que ele tentou de tudo, mas não pode se nocautear, essa escola de palavras foi perfeita para descrever o que aconteceu.

Com a popularidade crescendo, Goldberg chegou ao Main Event em meses, e contra quem? Hogan, sim, Hogan colocou Goldberg over, em uma match muito ruim, sofrível, mas era a cidade natal de Goldberg e eles gostaram da vitória, a match em si não foi importante. O sucesso repentino de Goldberg estava causando inveja em outros wrestlers do roster, wrestlers que suaram para chegar até ali e alguns nem oportunidades recebiam. A tal inveja virou ciúmes, principalmente de Hogan, Nash e Hall que não aceitavam Goldberg como “ A Estrela ” sem ter habilidade alguma, apenas pelo carisma, e nesse momento em que o ciúmes falou mais alto, Nash era Booker da WCW e se colocou para quebrar a streak de vitórias de Goldberg, que era 173-0 até o momento, novamente, uma match sofrível, de chorar, e um fim de match que não tem descrição, eletrocutaram o Goldberg, isso mesmo, esse foi o fim da match e da streak de Goldberg, isso foi só o começo do fim sofrível da WCW.

Com Kevin Nash como World Champion e Booker da WCW, montaram um angle onde Goldberg sairia do prédio, enquanto Bill estava fora foi anunciada uma match entre Hogan e Nash pelo World Title, se a ideia já era ruim estava prestes a ficar pior, Hogan venceu Nash com o “ Fingerpoke of doom “, Hogan encostou o dedo em Nash que se deitou e deixou Hogan vencer, assim os egoístas da NWO estavam novamente no poder da empresa e novamente monopolizando o maior título da empresa. Questionado sobre o fim da Streak de Goldberg, Nash respondeu que foi oferecida uma boa quantia em dinheiro para ele vencer Goldberg e por isso ele aceitou, e também falou que qualquer um aceitaria, não discordo dele, as pessoas aceitam fazer coisas muito piores por dinheiro, mas o fim foi inaceitável pensando como um fã de Wrestling.

A streak era a única coisa que fazia Goldberg relevante, depois que acabou ele virou mais um flop para a WCW, em poucos meses estava sendo vaiado, os gritos de Goldberg durante sua entrance foram substituídos por Goldberg Sucks, e se machucou pra piorar, e uma lesão tão estupida quanto o próprio Goldberg, o cara quebrou os vidros de um carro com o braço, quem em consciência faria isso? E não, não estava no script, fez porque quis, Goldberg nunca mais foi o mesmo depois do fim da streak, e levanto a pergunta, se a coisa mais relevante em seu personagem é uma streak de vitórias em matches de 1 minuto, você não é útil pra mais nada depois do fim dela.

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