Da Boca para Fora 2# – Não há tira (BLAM!) sem contexto

Como as tiras de quadrinhos se relacionam com a situação política e social do Brasil

 

Arte não acontece no vácuo. O ato de sentar em uma cadeira frente à prancheta ou ao computador de Photoshop aberto não ocorre isolado do mundo; desse ambiente surgem, há mais de um século, as tiras em quadrinhos. No Brasil, desde Sisson, que retratatou os costumes amorosos do Rio de Janeiro de 1855, no primeiro quadrinho brasileiro, até Thaïs Gualberto com sua Olga, a Sexóloga, em que transmite a vida de uma mulher em 2018, as tiras sempre foram um fruto de sua época, da política do país e de sua situação social.

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PIPE OFF : Da Boca pra Fora 1#: Moby Dick – Chabouté.

Antes de começar esse texto, uma breve introdução. Da Boca pra Fora é como eu vou chamar qualquer coisa parecido com review de filme, gibi, musica, ou seja lá o que eu queira escrever que não seja sobre Wrestling. Como eu não sou critico nem jornalista, acho meio chato usar o nome Crítica ou coisa parecida. Bom, agora que tudo está explicado, vamos ao texto.


 

“Todos temos nossa Moby Dick”.

Não sei ao certo se esta frase está no livro e, pelo que me recordo, não está no quadrinho. Esta frase está escrita em um autografo dado por Daniel Lopez, editor da HQ e um terço do Pipoca e Nanquim, que trouxe esta obra ao Brasil. Este pensamento permeou minha cabeça durante todo o caminho de volta pra casa no dia em que comprei o gibi, assim como durante toda a leitura.

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