deathmatch

Deathmatch Evangelica

Fã de PW tem o mesmo defeito que novos convertidos em religiões variadas: tentar converter toda e qualquer pessoa a entrar nesse mundo fudido, bizarro, pouco saudável, maravilhoso, transante, megalomaníaco e esquizofrênico do Wrestling.

Entretanto, fica dificil convencer qualquer pessoa com mais de DOUZE anos a assistir uma luta sem ouvir o clássico comentário – que sinceramente não me incomoda de forma alguma – sobre como luta livre é fake.

Sinceramente as pessoas estão, de certa forma, certas. Claro que fake é um termo depreciativo, mas para com essa porra, querido leitor, de que todo mundo tem que gostar da mesma coisa que você e ficar feliz com um velho de sunga lutando. Eu gosto de idosos japoneses de sunga se batendo, entretanto as pessoas não precisam entender o porque daquilo ser mágico e deixar meu coração e reto em chamas.

Contudo, para aqueles que ainda tentam evangelizar os amiguinhos e estão cansados deste tipo de fala – primeiramente, boa sorte, segundamente, tomanoseucu – eu lhes deixo a valiosa dica da Deathmatch.

É complicado que qualquer pessoa de bom senso, apesar de ser complicado contar com isso hoje em dia, diga que o que os olhos delas estão vendo é fake quando uma serra passa na cabeça do recém renascido Jon Moxley. A violência extrema é absurdamente efetiva no convencimento, entretanto é só quando o argumento não é violento.

deathmatch lamp
Amigo estou aqui

Nada de quebrar a lampada na cabeça do coleguinha e gritar: LUTA LIVRE FILHO DA PUTA!

É só para você saber que, caso queira trazer mais gente para essa lama doentia do Wrestling e partilhar um exercito de pênis carregando o Adam Page no colo, talvez seja necessário passar primeiro por um mar de arame e sangue.

As pessoas gostam do “real”. Então vamos para o maior real fantasioso que existe: a violência.

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