A gente precisava de um Superstars?

Você lembra do WWE Superstars? Programa que, tal qual todas as atrações da WWE, começou com um card de primeira categoria e virou a porra dum descarte para lutas excelentes entre Trent Baretta, Curt Hawkins e Tyson Kidd?

Então, eu infelizmente lembro, pois, como jovem sem bom senso que eu era – e se você é jovem, nem tente buscar bom senso nessa cabeça desgraçada sua – assistir WWE era, para mim, mais importante que procurar um produto novo em um formato mais agradável e que explorasse, de maneira inteligente, as fronteiras do Pro Wrestling.

Até porque, fronteira de cu é rola, o negócio é continuar limitado mesmo!

E ai estreou o primeiro Superstars, desenvolvendo feuds do topo da cadeia alimentar, até regredir, gradativamente, a um programa que aproveitava talentos sub explorados do Roster. Isso, atualmente, me serve de argumento quando alguém fala que existem nepotismo por parte da WWE com os Usos, sendo que estes filhos de uma puta sofreram nesse vácuo de infelicidade que era o programa semanal.

Bom, todos nós já sofremos com dois programas periódicos da WWE e acredito que isso seja o suficiente. Entretanto, siga comigo, pois, ao meu ver o Superstar teve uma importância para mim justamente em relação a perceber que PW não era somente Raw e Smackdown.

Antes do NXT ser uma porta de entrada para algo menos megalomaníaco e cheirado de cocaína como os dois obeliscos do Vinção, foi o WWE Superstars que me ajudou a ver que podemos ter lutas que são, simplesmente, fechadas em si e valem-se somente da habilidade dos dois competidores no ringue.

E também me deram Trent Barretta, que é um presente da vida para mim, abrilhantando nessa minha existência triste e merda, cercada de carne e ideias idiotas como… sei lá, Cody Rhodes.

Bom, até amanhã.

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