A maravilha dos torneios

Eu preciso ser honesto e dizer que, no começo da minha jornada com o PW, eu demorei para entender como funcionava a lógica novelística da coisa. Na minha concepção só existia um formato concebível para qualquer competição: CAMPEONATO BRASILEIRO DE PONTOS CORRIDOS.

 

Estúpido, não? Pois é. Por incrível que pareça, caro leitor, eu ainda sou imbecil nesse nível até hoje, só que com outras coisas. De qualquer forma, pensando cá com meus botões, cheguei a conclusão que esse tipo de torneio ajuda muito a entrar no tipo de competição e arte que conhecemos como PW.

 

Primeiramente porque organiza as coisas de uma forma hierárquica e ajuda cabeças disfuncionais como a minha a ver um objetivo dentro daqueles combates. Em meados de 2003 quando eu comecei a ver GDR, nada disso em incomodava. Contudo, no ano de 2008, com o glorioso SBT do merdeiro Silvio Santos, tivemos a WWE em nossos televisores e eu comecei a me questionar sobre o objetivo daquilo tudo.

 

Não tinha razão, não tinha temporada, não tinha subida aparente até o título da empresa. Isso de forma alguma me impediu de continuar acompanhando – como você bem pode perceber – , mas fica claro para mim que um torneiozinho teria ajudado na minha imersão imediata dentro do produto.

 

Coisas como o JSF ou o G1 Climax – apesar do último ser um campeonato carioca forjado no inferno – dão um sentido de continuidade que, algumas vezes, me agradam.

 

Mas só algumas, hoje em dia eu prefiro mais a putaria doida do dedo no cu esquerdo.

 

Enfim, caro leitor, é isso. Até amanhã.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *