PIPE OFF: PipeBomb 40# -Copa do Mundo! (e o que esperamos de 2018)

Primeiro podcast OFF oficial desta desgraça! Em uma empolgação inenarrável Léquinho (aaa), Joker (aaaa), Luan (aaaaa) e Captain (…) se juntam em uma megazord de desinformação para falar o que esperam da Copa do Mundo 2018 e quais suas lembranças mais queridas com relação a esse campeonato mundial.  Também é possível que vocês ouçam uma porrada de coisas que não estão nada relacionadas a seleção, mas sim a um outro time ai e também conheça os jogadores que tem o maior potencial para a violência.

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Até a Próxima Edição! Deixe seu comentário, seja criticando, dando dicas, e fazendo sua pergunta para nós respondermos na próxima edição!

 

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Da Boca para Fora 2# – Não há tira (BLAM!) sem contexto

Como as tiras de quadrinhos se relacionam com a situação política e social do Brasil

 

Arte não acontece no vácuo. O ato de sentar em uma cadeira frente à prancheta ou ao computador de Photoshop aberto não ocorre isolado do mundo; desse ambiente surgem, há mais de um século, as tiras em quadrinhos. No Brasil, desde Sisson, que retratatou os costumes amorosos do Rio de Janeiro de 1855, no primeiro quadrinho brasileiro, até Thaïs Gualberto com sua Olga, a Sexóloga, em que transmite a vida de uma mulher em 2018, as tiras sempre foram um fruto de sua época, da política do país e de sua situação social.

Será? (mais…)

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Semanalfabeto 9# – Baixa auto-estima

Nós meio que temos esse problema, não temos?

 

Bem-vindos a mais um semanalfabeto.

 

Não tenho como afirmar quando isso começou ou qual a semente da ideia em minha cabeça que, espero sinceramente, vai florescer neste texto que você está lendo agora, mas é certo que convivo com isso a muito tempo. O foco aqui é, como de costume, luta-livre, mas em outros meios de estudo e expressão com os quais tenho ou tive contato (como filosofia, jornalismo e quadrinhos) existe sempre uma necessidade constante de reafirmação quanto a sua auto-importância perante a sociedade. Seria bom, se algumas horas não fosse muito ruim.

 

Ao contrário dos itens citados entre parênteses, o meio do wrestling, e isso é somente uma suposição minha, acaba precisando desse “gás” por não ser,muitas vezes, principalmente aqui no brasil, considerado como uma atividade válida, seja em termos de  esporte, linguagem ou até mesmo hobby. Entretanto, seria necessário uma rememoração do próprio consumidor e produtor do porquê aquilo é importante para ele? Ou seria mais uma busca de aprovação?

 

Muitas questões… muitas questões.

 

Não são raros os casos em que se vê discussões na internet sobre o Wrestling ser ou não real, algo tão incabível quanto debater sobre a realidade do cinema, do teatro, da prosa ficcional; simplesmente não precisa ser debatido, porque a resposta não é importante, é o que é. Por outro lado precisa ser discutido pois sem essa abstração fica dificil alguém respeitar ou levar a sério o que você faz, algo que, mesmo você ligando ou não, ajuda muito a impulsionar seu sonho, por mais que seu amor pela causa faça boa parte do trabalho.

 

Não tenho certezas hoje, possível leitor, então me responda você, seja lá o que eu tenha perguntado.

 

Temos um problema sério de auto-estima, precisamos sempre dizer como a luta-livre é maravilhosa, é mágica, um momento dentro dos séculos, um movimento importantíssimo de caráter social em alguns lugares, em outros de caráter cultural ou puramente entretenimento. Nossa grande qualidade. Nosso grande defeito. Falar cada vez mais ou falar cada vez menos, mais baixo, com mais assertividade. Se soubéssemos como, não haveriam as colunas semanais.

 

Mas é uma arte realmente linda, merece um ego massageado com frequência, mas sem que nos percamos em nossa própria ideia de superioridade, ao passo que não ficamos enterrados em uma espera eterna por reconhecimento. Wrestling é foda, a gente sabe que é isso, todo mundo que acompanha. Não precisamos de um narrador de UFC, dum jornal Extra, dum portal da UOL cobrindo todo dia falando as conquistas da expressão nacional.

 

Vira-se a moeda. Precisamos sim, precisamos muito! Para que projetos vejam mais e mais luz, para que o poder público incentive como esporte ou arte, para que o meio acadêmico discuta, que vire pauta, surja no horizonte como algo financeiramente viável (não sei se é, se for me avise).

Não temos hoje alvos 100, somente bordas e bordas apagadas em um grande alvo no qual qualquer coisa que se atinja é uma opção certa, por mais cretina que seja sua construção.

 

Já vou avisando que semana que vem vamos falar de Okada vs Omega IV, portanto vem aí mais punhetação e reconhecimento da mídia.

 

Por hoje eu só pergunto, enquanto você perde seu tempo comigo. Obrigado por perder seu tempo comigo, faço isso a 20 anos.

 

Até semana que vem.

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Semanalfabeto 8# – Props

Ou talvez seja a edição em que eu vou passar bastante vergonha.

Bem-vindos a mais um Semanalfabeto.

Meu primeiro contato com luta-livre foi aos três anos de idade assistindo Gigantes do Ringue com o meu vô; se eu não me engano passava na Gazeta, bem no horário em que estávamos na igreja, fato que nunca me impediu pois eu fazia meu pai sair do culto para me levar em casa (brigado pai). Depois de muitos anos passei a acompanhar a famigerada WWE no SBT e aí o amor pelo Wrestling voltou. Entretanto, não é só através TV que voltou, não foi só nesse contato  em que ocorria minha relação com a luta-livre. Existem coisas, objetos, que me lembram desse “esporte”.

A mais importante é o CD do jogo SvR 2006 (Smackdown vs Raw 2006) que pertencia a um ex-namorado da minha tia. Tinha o John Cena estampado em vermelho e o Batista em azul, foi emprestado para mim em um dia chuvoso de 2008 no qual eu estava bem doente, com febre, dor de cabeça, provavelmente dor de garganta, e desde então esse jogo me acompanha físico e emocionalmente. Sinceramente, se não fosse pelo game em questão eu não saberia a maioria dos nomes dos lutadores e nem teria me empenhado em pesquisar. Procurava conforme os personagens me interessavam, independente se fosse no modo história ou só pela jogabilidade. Lembro que a primeira luta que eu fiz DIREITO foi com o Rey Mysterio, que no jogo tinha attire branca e verde. Deu um 619 bonito demais com aquele efeito sépia tosquíssimo. Depois teve Undertaker vs Tajiri onde eu vi pela primeira vez sangue naquele DVD (e o Taker já se tornava um dos meus lutadores favoritos).

Outro jogo que me marcou muito foi o SvR 2008 que eu consegui achar na lojinha em que eu comprava todos os jogos. Conheço o dono da loja há uns bons anos e ainda vou lá de vez em quando, é uma das pessoas mais legais que eu conheço. Voltando ao jogo. Esse CD em questão tinha um bug bizarro e provavelmente só ocorreu comigo ou, se ocorreu com outros, era com outros personagens. A falha consistia em eu não conseguir jogar nem ver a entrada de certos personagens, se eu conseguia era só com a tampa do PS2 aberta; Johnny Nitro e Sabu eram os dois que eu nunca conheci a música através do jogo e se tivesse eles em alguma luta eu tinha que tirar a entrance. Bizarro.

Saindo do âmbito gamer, eu me lembro que, a partir do momento que eu voltei a acompanhar luta-livre, cadeiras de metal dobrável se tornaram um artigo extremamente interessante para mim. Uma cena muito ridícula aconteceu em um casamento que eu fui, não me lembro ao certo da época, em que todas as cadeiras eram como a que eu descrevi. Mas não deu outra, todo mundo que passava via um menino de uns 11 anos sentado em uma cadeira com outra cadeira fechada na mão como quem não quer nada. Eu juro que estava muito feliz só pela possibilidade de poder acertar alguém. Por sorte eu ainda tinha um pouco de bom-senso.

Continuando entre os mais ridículos, eu também tive a péssima mania de fazer cinturões em casa, já que eu não achava o diabo da réplica para comprar e estava (ainda está) bem acima do meu poder aquisitivo. O mais legal que eu já fiz é um com uma tampa de lata e um cinto largo. Durou muito e acho que ainda estava por aqui esses tempos antes de eu mudar de casa. Um outro que eu fiz, na época que eu estava assistindo a Road to Wrestlemania do Triple H em 2002 era uma “réplica” do World Heavyweight/WCW Title, porque assim EU TAMBÉM podia ter dois cinturões.

E, por fim, duas não tão idiotas: primeiramente a camiseta que eu comprei quando a WWE veio ao brasil e que já está tão desbotada que não se identifica nem lutador, WWE, porra nenhuma; em segundo lugar está a máscara do Rey Mysterio que eu comprei no show da WSW (sobre o qual você pode ler aqui e aqui) e que, sem sombra de dúvidas, não vale os 70 reais, mas valeu por uma foto que o Luan tirou de mim e por ver o Luan pistola quanto ao dinheiro mal gasto.

Parece bobo e até é, de certa forma, mas tudo isso tem relação fortíssima com o que me faz gostar de luta-livre e o que, acredito, faça todo mundo querer ver esse espetáculo. Um punhado de imaginação, total descompromisso com a realidade e uma liberdade total de criação que, principalmente para uma criança, mas para o adulto também, é um atrativo gigante.

Eu não sei se você tem coisas assim, que te lembram o Wrestling ou ocasiões em que ele foi importante para a sua vida, mas se tiver algum que goste muito, fale aí nos comentários. Provavelmente vão ser muito mais legais que os meus, o que não é difícil.

Infelizmente eu ainda não tenho uma cadeira de metal dobrável.

Até semana que vem.

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PipeBomb 39# – Wrestlemania 34

Sim! Foi um longo inverno e o evento já passou há mais de um mês, mas é só o aqui e o agora que vale meus amigos, portanto estamos de volta para falar sobre Wrestlemania 34! Léquinho (lápis), Joker (arte-final) e Luan (cores e letreiramento) se juntam novamente neste ambiente deletério para falar sobre a ocasião mais importante do Wrestling Americano. Falamos sobre o lutador que destrói estádios, analisamos o possível futuro de Ronda Rousey e discutimos sobre o fato de uma criança de 10 anos ganhar um título. Ah, e também teve leitura de comentários hein.

Antes de dar play, lembre-se de nos seguir no twitter e curtir nossa página do Facebook para mais informações. Se quiser, também é possível assinar nosso feed por email para receber todos os nossos posts (o que da uns três por semana).

Então é isso, muito obrigado e espero que gostem do episódio de hoje. Deixe seus comentários!


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PIPE OFF: PNO 55# – Childish Gambino, The Weeknd & Dance Gavin Dance

Esta no ar a quinquagésima quarta edição do PNO! E nessa edição, vamos ouvir um pouco de tudo do Forró ao Djent. Então de o play e curta mais de 1 hora de somzeiras comandadas pelo Joker e o Lequinho.

 Playlist do Episódio

SHVPES – Skin And Bones
Royal Coda – Breathe Correct
Lemaitre feat. Betty Who – Rocket Girl
The Internet – Roll
Plini – Salt + Charcoal
The Weeknd – Call Out My Name
IDK feat Joey Bada$$ & Russ – Lil Arrogant
Childish Gambino – This Is America
Pressure Cracks – Be a Wolf
Dance Gavin Dance – Midnight Crusade

LINKS COMENTADOS NO CAST

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