PIPE OFF: RPS 28# – Ariana Grande, Liam Payne & Khalid(23/04/2018)

Nova edição do RPS no ar, essa semana entre os lançamento temos Ariana Grande, Liam Payne, Khalid e muito mais. Então uma boa leitura a todos!

Ariana Grande – No Tears To Cry

Eu ja disse isso antes no RPS, Ariana Grande é uma excelente cantora, mas suas musicas são no geral extremamente esquecíveis. Essa até que começa legal com uma cara meio musica Pop do inicio dos anos 2000, mas o andamento da musica é inexistente simplesmente você não sente evolução na musica.

Leon Bridges – Beyond

Ouvir uma musica do Leon sem esperar algum grandioso é impossível, o talento vocal desse caral é outro nível. Nesse novo lançamento, o cantor aposta em uma faixa mais lenta que valoriza sua voz e deixa destacar o simples e impecável arranjo.

Ludmilla part DJ Will22 – Não Encosta

A idéia de fazer um Funk bem pancadão misturado com uns elementos de EDM até era boa, mas faltou criatividade na produção, talvez algo na pegada que O Heavy Baile e o Tropkillaz costumam fazer.

Liam Payne feat. J Balvin – Familiar

Liam continua insistindo na tentativa de ser o Timberlake na fase Sexy Back, o problema é que o cantor não tem nem de longe o mesmo carisma, talento vocal e swing que o princesinho do Pop tem. O único destaque dessa musica vai para os ritmos latinos que se mesclam bem na produção.

Gryffin feat. Quinn XCII & Daniel Wilson – Winnbeago

Excelente trabalho de produção do Gryffin nessa musica, consegue criar um R&B bem original explorando um pouco de vários elementos que estão na moda hoje em dia sem perder a originalidade. As participações do Quinn XCII e do Daniel Wilson também acrescentam bastante para e dão um frescor agradável para o som.

Anne-Marie – 2002

Popzão genérico, daqueles que sai uns 30 por mês.

The Chainsmokers feat. Drew Love – Somebody

Nesse lançamento o duo volta ao EDM, mas dessa vez não se utiliza do seu padrão Tropical House. Aqui a banda tenta encaixar uns elementos mais de Pop Alt na produção o que até poderia ser uma boa, mas acabou ficando tudo mal colocado. Ainda sim destaque para o Drew Love que vai muito bem aos vocais dando alguma luz para musica.

Russ feat. Jessie Reyez – Basement

Russ ja mostrou anteriormente que tem uma mão muito boa para esses raps mais baladinhas que beiram o R&B, e essa musica é só mais uma demonstração disso. O rapper entra com bons versos e a participação da Jessie vem para transformar o som em um belo dueto. Em relação a produção nem precisa falar muito, Russ destrói tudo com mais um trabalho impecável.

Khalid feast. 6LACK & Ty Dolla $ign – OTW

Uma faixa bem padrão do Khalid, o tipo de musica que se fizesse parte de um disco seria uma que ficaria ali no meio e não entre os principais hits. Ainda sim a faixa é bem longe de ser ruim, o cantor manda bem como de costume e a produção destacando os graves ficou bem acertável.

Shae Jacobs – Space

Shae entregra uma musica bem diversificada, o cantor vem com vocais bem R&B enquanto a produção inclina para um lado bem Pop Alt e IDM com alguns belos drops no beat deixando a musica com uma bela elegância.

Folly Rae – Sniper

É tudo tão clichê nessa musica que parecia que eu já tinha ouvido ela antes.

J. Cole – KOD

Marcando o retorno de J. Cole, o rapper entrega com essa faixa tudo que os fãs esperavam dele. Com letras impactantes, um flow inquieto e uma produção consistente que mostra muita delicadeza na forma de juntar as idéias. Sem duvida um grande retorno.

YK Osiris – Valentine

O flow do YK tem umas particularidades tão interessantes que deixam o Rap dele com uma cara de R&B sem perder a pegada original da musica. A produção com um beat lento, mas com uns graves pesados ajudam nessa aproximação do Rap e R&B.

Blossoms – There’s A Reason Why

Quem curte bastante bandas de Indie Rock mais padrões provavelmente vai gostar dessa musica, eu sinceramente não vi nada de especial.

Sean Paul feat. Major Lazer – Tip Pon It

Eu vi os nomes que faziam parte da musica e imaginei que viria um Dancehall pesado conhecendo o retrospecto dos artistas, mas a musica entrega algo bem longe disso. Até é um Dancehall, mas repleto de uma batidas esquecíveis e uns vocais pouco marcantes do Sean Paul.

FIDLAR – Alcohol

Mais uma porrada entregue pelo FIDLAR, a banda apresenta mais uma vez seu energético Skater Punk misturado ao estilo retro do Garage Rock alem de elementos mais Pop’s que ajudam dar um estilo único para o som. Musica extremamente recomendável, de uma banda que merece todas as atenções.

Haikaiss – Isso que Me Resta

Então não resta mais nada.

Poo Bear feat. J Balvin – Perdido

Como de costume Poo Bear entrega uma produção bem genérica misturando Reggaeton, EDM e Dancehall de uma forma bem pouco original. So se destaca a participação do Balvin, mas ai quem é fã do cara pode ouvir outras musicas dele que não vai fazer a menor diferença.

Father John Misty – Disappointing Diamonds Are the Rarest of Them All

Assim como nos seus trabalhos anteriores Misty traz uma vibe bem setentista para seu som, nessa faixa no pouco mais de dois minutos somos brindados com essa mesma vibe sendo entregues por rápidos toques de pianos e grandiosas explosões de saxofones enquanto o cantor vem com seus tradicionais vocais melódicos e melancólicos.

1Kilo part. Chris, DoisP, Pablo Martins, Pele Milflows, Funkero & CT – 1Kilo Contra o Mundo

Depois de um monte de rap baladinha romântica, 1Kilo resolveu lançar um som mais sério. O problema que a produção ficou estranhíssima, parece que jogaram os vocais em cima do beat, colocaram uns efeitos nas vozes e só, porque está tudo tão extremamente artificial.

Janelle Monáe – I Like That

Enquanto na semana passada Janelle resolveu ir a um lado experimental, aqui a cantora volta ao seu R&B tradicional. E se saindo da sua zona de conforto a cantora já mandou bem, nessa faixa nem precisa dizer que ela dá um show do primeiro a ultimo segundo. Vale citar a produção que se destaca na musica principalmente com as varia viradas de uma pegada mais R&B Pop, para um beat bem moderno de Rap para um riff suave de violão.

VanJess – Addicted

Me lembrou muito a Chole X Halle, mas com o diferencial de em vez do Pol Alt na mistura com R&B aqui temos uma linha Modern Soul. Um bom lançamento, as duas cantoras mostram uma boa química e conseguem dividir bem o protagonismo da musica.

Analafa part. Marcos & Belutti – Ninguém Explica Deus

Sertanejo Universitário Gospel era tudo que eu realmente não precisava ter o desprazer de ouvir.

Martin Garrix fet. LOOPERS – Game Over

Toda semana a mesma musica do Martin Garrix com o nome diferente.

Tank And The Bangals – Smoke Netflix Chill

Junte um talento indiscutível de duas cantoras com uma produção incrível que consegue de uma forma muito homogenia misturar Funk, Soul e Hip Hop. O resultado é essa bela musica com um arranjo icônico.

Mc Dede part. Kevinho – Pega a Receita

Pega a receita e joga fora.

Sugarland feat. Taylor Swift – Babe

Na linha das musicas da Taylor Swift na época que era Country, ou seja um som bem sem sal que esta bem longe das muitas musicas do gênero com bem mais qualidade que temos no Main Stream.

CRUISR – Mind Eraser

Depois de um longo inverno a banda de Surf Rock/Indie Pop esta de volta, e já marca seu retorno entregando uma faixa com toda a animação que é característico da banda. Uma musica simples, mas que cumpri com a idéia de ser um Rock com um refrão bem melódico e uma vibe de hit de verão.

Jeito Moleque – Último Vacilo

Espero que estejam referindo a essa musica quando falando de “Ultimo vacilo”.

De La Ghetto feat. Fetty Wap – F.L.Y.

Tem uma pegada bem daqueles R&B/Rap’s que eram lançados a uns 10 anos atrás. O som é bem qualquer coisa, mas valeu pela nostalgia.

A Perfect Circle – So Long, And Thanks For All The Fish

Todas as musicas lançadas dês do retorno do A Perfect Circle foram sensacionais, e essa musica não é diferente. Dessa vez Maynard e sua trupe cria uma musica com uma atmosfera gigante e que se constrói em uma gigante evolução até o seu inesperado ápice. Todo respeito do mundo para essa banda.

Five Finger Death Punch – Sham Pain

A banda até faz umas melodias interessantes, mas é uma mistura de elementos tão bregas dentro da estrutura do New Metal, que faz nada funcionar de uma forma interessante.

BURNS feat. Maluma & Rae Sremmurd – Hands On Me

Não tem muito que falar dessa musica, é um Reggaeton bem americanizado quase virando um Pop.

Deafheaven – Honeycomb

Existe pouca coisa dentro do Metal hoje em dia que ainda suporte ouvir, e uma dessas poucas coisas é o Deafheaven. Talvez pela forma experimental que a banda leva suas musicas ou pelas forte influencias de Hardcore e Shoegaze. Nessa nova faixa a banda nos guia durante longos 11 minutos a todo o peso e atmosfsra desesperadora que apresentou em seus trabalhos anteriores. As guitarras são que comandam a musica modulando sua estrutura, mas fica a cargo da bateria entregar toda a agressividade que ela pede. A virada bem Punk Rock que se encontra no meio da musica foi sem duvida o que me ganhou.

Wild Culture feat. Qveen Herby – Love Myself

A produção do Wild Culture é do mais genérico EDM possível, mas Qveen Herby manda tão bem nos versos com seu flow diferenciado que fica difícil não destacar os méritos dela na musica.

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