Pro Wrestling tem aura

Walter Benjamin, meus amigos.

Neste momento, se você tem algum conhecimento sobre o assunto o pensamento “Mas olha só que canhota do caralho esse Lequinho” pode ter passado por sua mente. Ou então foi “nossa, mas que Wrestler é esse?”.

 

Esse teórico – Sim, nós vamos por aí – é parte da escola de Frankfurt e fala sobre como as atividades artísticas tem aura, um conceito que foge do espiritual.

 

Aura é a ideia de que atividades artesanais e artísticas ÚNICAS possuem um valor imensurável que não pode ser reproduzido.

 

E PW, ao vivo, tem aura que só o diabo. Se você já viu algum show de luta livre acontecer na sua frente, a mágica que tomou conta de você saúda a mágica que entrou em mim.

 

Briga de vizinhos não conta.

 

Infelizmente, essa teoria não contempla apresentações gravadas e rechaça o conceito de reprodução industrial, afirmando que, quanto mais alcance, menos aura algo teria, pois é uma versão diluída da original.

 

Bom, a gente sabe que se Pro Wrestling não tivesse divulgação e reprodução industrial, seja oficial ou piratex, nós todos seríamos um grande fã clube de Lalola.

Prove him wrong or prove him right, o senhor Waltinho tem um ponto. BWF, FILL, CWF, NES e companhia tão aí pra provar quanta aura a luta livre pode ter.

Praticamente uma sessão espírita

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