Vocês deveriam assistir o Impact

Fazer piada com a TNA é algo no mínimo divertido e, sejamos francos, eu e você já tiramos sarro desse barco furado cheio de merda mais vezes que o Gabriel Jesus deixou de marcar gols pela seleção brasileira.

Acontece que Young J fez um gol importante ontem – sim, vou datar o texto para um caralho – contra a Argentina o que me leva a crer que chegou o momento de vocês voltarem ou, caso já não o fizessem anteriormente, começarem a assistir o Impact e subsequentemente os PPVs da TNA/GFW/Foda-se, pau no seu cu.

Por que?

Bom, primeiramente porque a TNA tem Tessa Blanchard e se isso não é motivo suficiente é só porque você não conhece esse lutadora o tanto quanto deveria. Segundo porque as storylines e lutas, EM NÍVEL SEMANAL, são interessantes e bem construídas, o que gera uma sensação satisfatória quando chegamos no PPV e vemos o fim de um arco.

Tem lá sua quantidade de velhos lutando, mas são velhos da ECW e poxa… pontos para qualquer pessoa que me da oportunidades de ver Raven e Sandman. Lógico que tem lutadores inúteis e chatos ali também, mas seu tempo não é tão valioso assim e se você assiste Raw E Smackdown, vamo lá, da tempo e sobra de ver essa porra.

Vale tanto a pena quanto ver um show do NXT e é mais satisfatório que um show da ROH.

O bosta do Michael Elgin estar no Main Event a gente ignora e foca na LAX segurando os Titles de duplas, disputando com outra tag de grande força ali, que seria os Rosquinhas.

E eu já falei que eles tem TESSA BLANCHARD? VAI VER LOGO ESSA PORRA!

 

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Semanalfabeto 6# – Como ver wrestling “mais ou menos”

Foi uma semana bem corrida e, acima de tudo, foi uma semana em que não vi quase nada de luta livre. Doravante, a edição de hoje, a qual já comecei a escrever duas vezes e não deu em nada, vai ser sobre o que eu faço quando eu quero assistir wrestling, mas não quero ASSISTIR wrestling.

Bem-vindos a mais um Semanalfabeto.

Já que é algo que faz parte do cotidiano, é quase impossível que nada de luta-livre apareça no radar, mas nenhuma das coisas que aparece é de uma substância real; nenhuma luta completa ou evento. Geralmente o que eu faço em ocasiões como essa é assistir promos no Youtube e ver compilações. Eu perco um tempo absurdo em compilações de golpes e momentos.

TOP 100 do caralho a 4; Top 70 mudanças de title; Os melhores spinebusters do Farooq (esse realmente existe, tem 5 min)

Isso é uma prática que eu alimento desde que comecei a assistir PW pois, se eu vejo algum golpe legal ou algum momento que eu não vi, é o que melhor me incentiva a procurar mais material e, no caso das indies, isso ajuda mais ainda, pois descubro algumas lutas que ocorreram e eu não fazia ideia.

Outra coisa FODA, e eu tenho a impressão que já falei disso aqui, são promos da NWA. Ric Flair, Ricky Steamboat, Terry Funk, 4 Horsemen (infelizmente sem o Mongo), Dusty Rhodes; É só o suprassumo da banana loura.

Existe outra coisa que geralmente não consumo em relação a wrestling e que essa semana resolvi ir atrás: trabalhos acadêmicos.

Existe uma quantidade considerável de trabalhos acadêmicos em português que abordam o Pro-Wrestling, seja no campo da semiótica, da linguística ou até tratando das biografias de lutadores. Baixei alguns para ler depois e, da olhada que eu dei, parecem bem interessantes. É bom, de vez em quando, tentar enxergar uma mídia que a gente consome tanto de outras formas. Tô parecendo um velho hoje, fico repetindo coisas que já falei.

Bom, acho que por hoje é isso, mais uma edição rápida com algumas dicas. Se quiserem ir atrás dessas coisas que eu falei… vão, porque procurar links com a internet daqui de casa vai ser um pouco complicado. Perdão por isso, a próxima vez que eu for falar de um assunto que exija links vou me preparar melhor.

Fiquem bem, tratem bem seus amiguinhos, sigam o PipeBomb no twitter e pensem um pouco fora das suas próprias cabeças, talvez ajude, talvez atrapalhe. Eu só quero é falar bosta.

Até semana que vem.

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