Juntos Somos Fortes?

Talvez.

Mas a verdade é que existe um grupo seleto de pessoa realmente dispostas a tentar. E, nesse cenário do PW que incentiva uma competição física e intelectual initerrupta, um chamado a união pode soar como ingenuidade ou até ofensa.

Ignorando isso, em 2013 a FILL resolveu arriscar e o denominado “Primeiro torneio de Luta Livre Nacional” nascia, trazendo com ele uma bandeira de união. É mais velho que o 7 x 1, passou por três presidentes da república e reúne empresas de todo o Brasil para provar um ponto simples e auto explicativo.

Por conta dessa afronta, devemos questionar a afirmação, pois seria possível mesmo se tornar mais forte em meio as concessões que fazemos? Tem como aumentar a potência ou o caminho da luta livre nacional é só ladeira abaixo.

Bom, felizmente, para essas pessoas não existe dúvida. Qualquer um que se meta a fazer luta livre no Brasil já é, em partes iguais, um herói e um imbecil, dada a impossibilidade da coisa. E como eu agradeço pelos imbecis, pois eles que constroem o futuro real.

Juntos Somos Fortes porque, separados, somos só um terreno de velhas raízes fracas consumindo nutrientes de um solo comprovadamente fértil.

Por mais que a separação seja tão atrativa, é preciso aprender uma coisa com Tytan e seus seguidores: o PW é o sonho de uma vida e muita gente já viveu e morreu por ele, gente demais para que essas cores não sejam honradas.

Então é possível que a individualidade seja o único caminho são, mas a verdade é que a loucura pode ter uma potência sem igual. O fato é que Juntos Somos Fortes.

Esse texto faz parte de iniciativa para falar sobre o Torneio Juntos Somos Fortes, que acontece no Rio de Janeiro nos dias 27 e 28 de Julho de 2019

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