Dillinger Escape Plan

PIPE OFF: PNO 42# – The Dillinger Escape Plan, Dua Lipa e A$AP Rocky

Esta no ar a quadragésima segunda edição do PNO! E nessa edição, vamos ouvir um pouco de tudo do Pop Alt ao Mathcore. Então de o play e curta mais de 1 hora de somzeiras comandadas pelo Joker e o Lequinho.

 Playlist do Episódio

The Menzingers – After The Party
The Wonder Years – Came Out Swinging
Gladius James – Too Bad
Dua Lipa – Blow Your Mind
King Gizzard & The Lizard Wizard – Polygondwanaland
Envy On The Coast – Manic State Park
Pell – chirpin
A$AP Rocky feat Kendrick Lamar,Joey Bada$$,YelaWolf, Danny Brown, Action Bronson & Big K.R.I.T – Train
Cave In- Juggernaut
The Dillinger Escape Plan – Happiness Is A Smile

LINKS COMENTADOS NO CAST

RPS 09# – 11/12/2017

Entrevista do Billy Rymer

Um Amor Incomodo(Livro) 

Documentário da ESPN sobre o Ric Flair 

Documentário Icaro

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PNO 40 - FNM, Miguel, Skyhaven

PIPE OFF: PNO 40# – Faith No More, Miguel e Skyhaven

Esta no ar a quadragésima edição do PNO! E nessa edição, vamos ouvir um pouco de tudo do Eletro-Funk ao Djent. Então de o play e curta mais de 1 hora de somzeiras comandadas pelo Joker e o Lequinho.

 Playlist do Episódio

Cherub – Sensation
JONES – Something Bout Our Love
Ecca Vandal feat. Dennis Lyxzén, Jason Aalon Butler- Price Of Living
The Ongoing Concept – You Will Go
Paramore – Playing God
de Fueled By Ramen
Faith No More – We Care A Lot
Makari – Control
Skyhaven – Free
Prince Charlez – Back Around
Miguel – Told You So

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RPS 05# – 13/11/2017

Canal Polyphonic

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PNO

PIPE OFF: PNO 39# – A$APY Rocky, N.E.R.D. e BADBADNOTGOOD

Esta no ar a trigésima nona edição do PNO! E nessa edição, vamos ouvir um pouco de tudo do R&B ao Mathcore . Então de o play e curta mais de 1 hora de somzeiras comandadas pelo Joker e o Lequinho.

 Playlist do Episódio

Septa – The Seducer
Space Of Variations – Gunsight
Krept & Konan feat. Stormzy – Ask Flipz
A$AP Rocky feat. Rod Stewart, Miguel, Mark Ronson – Everyday
BADBADNOTGOOD – And That, Too
Majid Jordan – Gave Your Love Away
Silverstein – Lost Positives
A Perfect Circle – The Doomed
Big K.R.I.T. feat. Lloyd – 1999
N.E.R.D & Rihanna – Lemon

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RPS 04# – 06/11/2017

Entrevista com o Chris Ware

Entrevista com Al Pacino

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WSW World Tour Brasil – 28/10/2017.

5 anos de PipeBomb, WSW, ou o porque de tudo isso.

 

Três dos meus melhores amigos eu conheci por conta desse pequeno esporte chamado Luta Livre. Graças a suposta vinda do Rey Mystério ao Brasil, eu finalmente pude conhecer um deles pessoalmente. Esse maluco conhecido como Luan é, assumidamente, um dos maiores fãs do Rey Mystério que eu já vi! Possui o baixinho tatuado no braço e uma máscara preta que não cabe em sua cabeça (comprada no evento, inclusive). Esse rapaz passou dois dias na minha casa, quase morreu de alergia, deu uma topada na quina da cama e fez um rasgo na perna, viu um menino cair de bicicleta no centro da cidade e foi comprar comida no intervalo entre as lutas enquanto eu ficava na minha cadeira, procrastinando.

Eu prometo não me demorar muito aqui, isso não é um review e muito menos um diário de bordo, eu escrevi um texto falando sobre o evento AQUI, bem no centro da distinta concorrência. Contudo, esse site aqui é a minha casa e é aqui que eu quero escrever um x a mais sobre esse evento de sábado. Receber o Luan na minha casa foi ver que esse site aqui é algo de verdade; não se engane, muitas vezes eu já pensei em parar com tudo, esperar o servidor  expirar e fechar o site ou simplesmente parar de escrever sobre luta livre. O que me deixa aqui, mais do que o Wrestling, são o Luan, o Joker e o Captain. São pelo menos 5 anos de amizade aí, passando pelos momentos ruins e bons, unidos pelo gosto em comum de ver pessoas se batendo de maneira artística, apanhando por vontade e dizendo coisas que, num contexto da vida real nem faria sentido.

Foram dois dias em que, quando não estávamos dormindo, falava-se majoritariamente de Wrestling, jogando 2k18 e fazendo piadas, as mesmas piadas que rolam diariamente ao longo da década de 10. O que trouxe ele aqui foi o Rey Mysterio, mas esse não veio, fez merda e não cumpriu o compromisso, simples assim. Ele tem seus motivos? Lógico, todo mundo é passível de falhas. Quando ele vier, junto com a WSW, no primeiro semestre de 2018, eu vou comprar o ingresso? Muito provavelmente.

A verdade é que se fosse pela luta livre em si eu já teria abandonado tudo a muito tempo. Escrever é uma dádiva, mas eu não preciso de um site próprio pra isso, dá pra escrever em qualquer lugar, entretanto, não dá pra escrever qualquer coisa em qualquer lugar; esse texto só me cabe porque está aqui, entre amigos. Os momentos mais memoráveis desse hobby não são narrados pela voz de Michael Cole e Jerry “The King” Lawler, mas pelas piadas cretinas do Joker, pelas merdas que o Captain fala e pelos comentários odiosos do Luan. Conhecer Carlito, Juventud Guerrera e Chris Masters foi um momento muito legal, mas o que fica é o sarro que a gente tira das informações erradas que as pessoas conversavam por perto, a constatação da minha veia antissocial que não é quebrada nem pela fome, meus pais falando dos meus amigos como se fossem conhecidos de longa data deles mesmo só do que me ouvem falar.

Seja no PNO, seja em Osasco, seja no Skype, no podcast ou até sozinho, Wrestling me vale principalmente porque, de alguma forma, me dá mais uma chance de falar com essas pessoas que são caras na minha vida, de abranger pra outros assuntos como música, quadrinhos, política. Nosso amado telecatch nos uniu, e como diria o livro sagrado: o que o Wrestling uniu, ninguém separa.

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PIPE OFF : Da Boca pra Fora 1#: Moby Dick – Chabouté.

Antes de começar esse texto, uma breve introdução. Da Boca pra Fora é como eu vou chamar qualquer coisa parecido com review de filme, gibi, musica, ou seja lá o que eu queira escrever que não seja sobre Wrestling. Como eu não sou critico nem jornalista, acho meio chato usar o nome Crítica ou coisa parecida. Bom, agora que tudo está explicado, vamos ao texto.


 

“Todos temos nossa Moby Dick”.

Não sei ao certo se esta frase está no livro e, pelo que me recordo, não está no quadrinho. Esta frase está escrita em um autografo dado por Daniel Lopez, editor da HQ e um terço do Pipoca e Nanquim, que trouxe esta obra ao Brasil. Este pensamento permeou minha cabeça durante todo o caminho de volta pra casa no dia em que comprei o gibi, assim como durante toda a leitura.

(mais…)

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PNO 32

PIPE OFF: PNO 32# – Rage Against The Machine, Faith No More e The Dillinger Escape Plan

Esta no ar a trigésima segunda edição do PNO! E nessa edição especial, vamos comentar a lista da Metal Hammer com as 100 maiores musicas de Rock dos anos 90. Então de o play e curta mais de 1 hora de somzeiras comandadas pelo Joker e o Lequinho.

 Playlist do Episódio

Melvins – Honey Bucket
Meshuggah – New Millennium Cyanide Christ
Kyuss – Gardenia
Tool – Sober
Neurosis – Locust Star
The Dillinger Escape Plan – 43% Burnt
Faith No More – Midlife Crisis
Body Count – Cop Killer
Deftones – My Own Summer
Rage Against The Machine – Killing In The Name

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RPS #16 – 14/08/2017

Review do Filme Dunkirk feita pelo Lequinho

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PipeBomb 35# As piores passagens pela WWE e… tudo mais.

PipeBomb 35

Achou que o PipeBomb tinha acabado? Achou– é, na verdade quase isso.

Enfim, estamos de volta! Dessa vez para falar de um assunto que atormenta nossas cabeças dia e noite, um tópico que é o pilar para qualquer discussão de Wrestling e também pra falar um monte de bosta que não tem nada a ver com o tópico principal. Lequinho (oi), Joker, Luan e Captain (mudinho) falarão sobre as piores passagens da história da WWE e também que fim levou aquele Wrestler horroroso que você nem lembrava que existia. Descubra também porque o The Miz é igual o Sargent Slaughter, como o PipeBomb queria que fossem as coisas e também um sub-podcast completo sobre os Aces & Eights.

Lembrem-se sempre de compartilhar esse podcast para todo mundo que você conhece, além de acessar nossas redes sociais aqui em baixo para ficar atualizado com o melhor do Wrestling Mundial. Deixe seu comentário, ele é sempre muito importante para nós!

 

RECOMENDAÇÕES

GLOW- Netflix

Luta favorita do Joker

Behance do Luan

Marketing Agressivo

Me contratem pra traduzir

 

 


Até a Próxima Edição! Deixe seu comentário, seja criticando, dando dicas, e fazendo sua pergunta para nós respondermos na próxima edição!

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5 anos de WWE no Brasil – 24/05/2012

Eu, meu pai e a WWE no Brasil.

Eu comecei a escrever um texto sobre a WWE no Brasil, mas apaguei, não gostei do que escrevi. Todo mundo pode falar como aquele dia foi foda. Sim, todas as quatro letras, FODA. Qualquer um que estava lá, até mesmo os que não, conseguem exprimir toda a grandiosidade que foi ter os Wrestlers mais badalados do mundo em nosso território. Eles falavam português, apertavam nossas mãos, chutavam nossa bandeira e também se enrolavam nela com orgulho, eram nossos por um dia. Por um dia a coisa que eu mais gostava na vida era real.

Isso tudo você que está lendo você mesmo podia ter escrito, mas o que se segue não. Com 14 anos de idade meu único modo de entretenimento era o Wrestling. Eu lia pouquíssimos quadrinhos, só o básico, ver filmes então nem se fala, via o que me recomendavam e não entendia nada. Eu não tinha lugares favoritos e nem saía muito, quando meus amigos queriam me ver, vinham no meu portão, porque esse era meu limite auto imposto. Meu jeito de sair de casa era a luta livre, através de um notebook Samsung eu acessava todo o conteúdo sobre WWE que eu conseguia consumir, via todos os shows semanais, via TNA e revia shows antigos pois, para mim, era só o que existia.

Mais importante que isso: WWE era, na época, o principal assunto que unia eu e meu pai.

Futebol? Não. Meu pai é flamenguista nascido no Rio, na época recebendo muitos comentários espinhosos meus pela precoce eliminação do Rubro Negro na Libertadores. Musica? Até que sim. Fomos, a família inteira, em um show naquele mesmo mês, mas ainda não compartilhávamos e nem compartilhamos, atualmente, um gosto parecido, nem somos músicos para comentar acordes e notas. Religião era a única coisa que tínhamos em comum, mas sempre enxergamos as coisas de um modo muito diferente e nossos papeis naquele ciclo eram imensamente distintos.

Então era na WWE que nossos gostos se encontravam. Toda semana, no mínimo uma vez, ele assistia alguma luta comigo, as vezes até repetíamos as lutas que gostávamos. Pra ele não devia ser muito cômodo, trabalhava bastante e eu não era um adolescente acessível, nunca fui uma pessoa fácil. Mesmo assim, nos divertíamos e quando a WWE anunciou sua vinda ao Brasil ele, junto da minha mãe, não hesitaram em gastar o dinheiro que tinham pra comprar os ingressos. Sim, no plural.

Ele iria comigo, era a única condição de meus pais, já que eu não poderia ir sozinho. Voltando no tempo, caso fosse possível, eu imporia essa condição a mim mesmo e diria praquele menino chato que havia recém decidido deixar o cabelo crescer: “Chama ele pra ir”.

Eu me recordo que fiquei desesperado quando li, em um tópico da saudosa WU, o título “WWE no Brasil cancelada”. Era dia 23 já, eu já estava pronto pra ir e esperava a hora de meu pai chegar em casa; foi uma pancada na cara! Entretanto, eu me acalmei quando li que “o evento foi passado para o dia 24 de maio. UFA QUE SUSTO! Pelo menos eu conseguiria ver o Corinthians. E deu, foi o 1×0 mais emocionante que eu vi na vida, o mais perto que eu cheguei de um infarto e um dos momentos mais legais que eu passei com meu avô, mas isso é papo pra outro texto,

Passou a noite, a vitória sobre o Vasco já havia assentado em meu coração e a ansiedade voltava para dentro de mim. As 16 saímos de casa. Ouvimos um álbum recomendado por uma amiga no carro, pedimos ajuda para um Taxista no caminho e conversamos bastante. Antes de entrar no ginásio, passamos em um McDonalds para almoçar. Entrando naquele estabelecimento meus olhos ascenderam pela primeira vez e eu me senti em casa. Camisetas do Steve Austin, John Cena (na época de camiseta verde), Kofi Kingston e CM Punk, este no auge de sua popularidade e em seu reinado histórico como WWE Champion, encapavam o ambiente corriqueiro. Era diferente aquilo, era pessoal, era ao vivo e era meu universo. Tudo o que eu mais amava na vida estava ali, tudo mesmo.

Passamos por JTG, Brodus Clay, A-Ry, Curt Hawkins e Curtis Axel (na época Michael Mcgillicuty), Wrestlers que ali pareciam muito maiores do que o descaso que eu dava a eles semanalmente. Passamos por John Cena, Dolph Ziggler, R-Truth, Kofi Kingston, Beth Phoenix (Hall Of Fame) The Miz, Zack Ryder (mais popular impossível) e o campeão e supracitado CM Punk. Ah, claro, como eu pude esquecer? Tinhamos o Deus do Wrestling, Chris Jericho. Sim, eu vi o Chris Jericho de perto, vi ele quase ser preso. EU RESPIREI O MESMO AR QUE CHRIS JERICHO.

De relance, também pude ver o Dean Malenko atrás das cortinas dando uma espiada. Foi uma noite e tanto. No intervalo fiquei sabendo que o Corinthians pegaria o Santos nas semifinais da libertadores. Nesse mesmo intervalo eu pude conversar novamente com as pessoas que eu nunca mais vi na vida, mas aquelas das quais eu lembro muito bem os rostos e vozes. Mas por que falar de tudo isso e não falar do Jericho chutando a bandeira? Não falar que nós vimos uma falsa troca de Title? Não falar que a gente gritava “Batista” pro Mason Ryan?

Bom, porque para isso existem os vídeos (em alguns até dá para me ver), existem várias outras coisas que você pode consumir que vão te dar essa noção do quão importante isso foi para o cenário nacional. O que importa pra mim é ouvir meu “velho” falando até hoje:

– Vi (minha mãe), o legal é que eles sabem todos os gritos e sabe, um puxa um grito e de repente tá todo mundo gritando. Maior barato, pessoal é fã mesmo.

Minha mãe geralmente ri. Hoje em dia eu também assisto luta livre com ela, as vezes.

Na volta do evento, eu dormi no carro. Meu pai, solitário, nos trouxe de volta a casa. E é assim que o Wrestling também funciona comigo. Ele serve pra proporcionar momentos que eu vou me lembrar com pessoas que eu amo. Alguns dos meus melhores amigos vieram por causa dele (por exemplo os três outros energúmenos desse site), vários momentos felizes, várias ocasiões em que uma tristeza terrível foi embora só pelo fato de eu assistir e dividir essa atividade, o PipeBomb veio no mesmo ano em que isso aconteceu. Quando minhas memórias forem comida na pança de uma minhoca, ela vai saber desse momento que eu tive com meu pai. Uma ocasião que ninguém vai roubar de nós, de todos nós que estávamos lá, só que cada um com sua história.

No outro dia acordei cedo e fui para a escola, tinha prova de Geografia. Acho que fui bem.

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PIPE OFF: Porrada no Ouvido 20# – Daft Punk, Phil Collins e Letlive.

Esta no ar a vigésima edição do Porrada no Ouvido! E nessa edição, vamos ouvir um pouco de tudo do EDM ao Post-Hardcore. Então de o play e curta mais de 1 hora de somzeiras comandadas pelo Joker e o Lequinho

Playlist do Episódio

Tuxedo – 2nd Time Around
Daft Punk & Beastie Boys – Root Down(Daft Science Remix)
Pulo Revé – Beautiful
letlive. – “Muther”
Don Ellis – Whiplash
Phil Collins – Another Day In Paradise
Beachheads – Moment of Truth
HCBP – THE PATRIOT
Stolas – Bellwether
Protest the Hero – Mist

LINKS COMENTADOS NO CAST

Perfil do Coins no Bandcamp

Video do Letlive tocando Muther ao vivo

Canal Cinefix

Eric Andre Show compilado

Trash Talk no Eric Andre Show

Rhythm Roulette

Canal AlmazanKitchen

Over/Under com Run the Jewels

Canal Pitchfork

Canal Vanity Fair 

Canal WIRED

Canal Mass Appeal

Canal Vice

Canal Noisey

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