erro ao baixar e taca controle no pc

Driving Me Crazy

Você provavelmente já deve ter se perguntado em algum dia dessa sua vida confusa, meu querido leitor, a seguinte questão: “Para que caralhos eu tenho que baixar tanta merda que eu nem assisto?”

 

Se tratando de luta livre então? Eu, pessoalmente, sempre preciso retificar essa pergunta e passaria ela em cartório, gastando 45 estupiduzinhos – para representar bem o presida – só para ter firma reconhecida, de tanto que me sinto representado por essa frase. Que meu HD seja abençoado, e o seu também, bravos guerreiros que seguram terabytes de inutilidades atléticas contendo homens de sunga. 

 

Porque, sejamos francos meu querido, você nunca vai ver esse show de uma empresa japonesa de Shoot Fight que você baixou às 03h45” no cu da madrugada só porque o Joker tava falando sobre isso e parecia minimamente legal. E é assim que a gente descobre o que no PW acaba agradando.

baixar shootfight

É provável que exista um setor na nossa mente que ajuda a separar o realmente atraente para agora e o que só será útil e proveitoso daqui dezesseis anos e quatro meses. Enquanto isso tome-lhe espaço no HD e Ratio Master no XWT.

 

Linguagem complicada né? Talvez alguém com menos proficiência na pirataria preguiçosa da luta livre não entenda, mas isso já são terreno comum. Vale salientar que, de forma alguma, eu estou aqui fazendo um manifesto em defesa da pirataria e da “democratização” do conteúdo – ou talvez esteja, pau no seu cu – mas só queria falar do que funcionou para mim; do que ainda funciona, diga-se de passagem.

 

Logicamente que, se você tem bom senso, você ajuda a Beyond ou a Progress comprando o PPV lá na lojinha deles por alguns agent oranges que, convertidos para o real, dão a bagatela de 180 mil reais e um rim.

 

Agora, se você é um fudido que nem eu, você baixa.

 

E hoje ainda vivemos em tempos organizados. Eu sinceramente quero viver é no puteiro. Quero grupo de Whats app fazendo pack aleatório chamado PACOTÃO DA LUTA LIVRE com tudo de esquisito sobre PW que eles puderem encontrar e metendo em um google drive só para eu encher meu HD de gibis sobre o Kevin Nash.

 

Sim, eu tenho alguns gibis do Kevin Nash baixados aqui.

 

Há um ano atrás eu fiz uma edição do falecido Semanalfabeto, este que renasceu em forma de Newsletter, em que eu abria o HD desse computador e via tudo que eu tinha baixado através do Vuze e tinha ficado esquecido aqui dentro. É divertido ver as coisas que você protela. É mais divertido ainda ver que alguns conteúdos sobre luta livre que você achava a última batata recheada de santos hoje em dia não te despertam um mícron de interesse

 

 

Enfim, tinha que liberar a putada, tem que começar a fazer pack com bosta, tem que compartilhar vídeo de segment obscuro no privado.

 

TEM QUE TER GIF DO FLAIR PRA CARALHO!

baixar gif do flair falando theman

Bom dia

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arte - Criminal 1# Ed Brubaker, Sean Phillips

Pegue o pombo

 

Talvez seja difícil demais capturar o Wrestling em sua totalidade. Seja em filmes, jogos e desenhos, qualquer forma de arte que fale de PW talvez nunca chegue a realidade do que ele é de fato.

 

Como falar da realidade nunca vai alcançar o verdadeiro real. E quem sabe o objetivo não seja esse e sim entender o que está além do real?

 

Luta-Livre, como nos acostumamos a falar, é algo que ultrapassa o âmbito do ring e das plateias. Logo, é impossível que uma obra consiga abraçar com igual clareza e profundidade todos os aspectos que esse esporte representa.

 

Se acertar nos lutadores, talvez peque em retratar os fãs. Caso os dois estejam perfeitos, os eventos podem ser mal desenvolvidos. Isso se desenrola através de todo o entretenimento, mesmo aquele que não fala sobre luta livre.

 

Em um ensaio de Raymond Chandler, romancista americano famoso por seus thrillers de detetive, ele afirma que nenhum escritor possui igual exatidão e proficiência em todas as áreas do conhecimento. Alguém que sabe tudo sobre tecidos egípcios pode não ser o melhor escritor de diálogos da história.

Arte André de Giant Life and Legend

O mesmo se aplica aqui e é por isso que, muitas vezes, a gente pode pensar que não existem tantos produtos bons sobre Wrestling no mercado. Sinceramente, isso é algo com o que eu tenho tendência em concordar.

 

Mas quando olhamos para alguns produtos como Criminal 1#, do Brubaker e do Phillips, que em um retrato tão rápido consegue capturar um PW que está ali em contexto e forma, de maneira tão coadjuvante e tão espetacular…

 

Ou quando assistimo “The Wrestler” e vemos aquela força pulsante de alguém que deu tudo de si e não está satisfeito…

 

É nessas horas que a corrida pelo pombo parece ganha mesmo antes de começar.

Entretanto, muito chão precisa ser percorrido. É necessário correr atrás de mais representações que não seja o Wrestler branco e velho. Filme da Paige tá ai… E eu ainda nem pensei em assistir.

Bom, talvez o próximo passo deva ser nosso. Um passo rumo a criação de conteúdo sobre Wrestling, mas não como comentário e sim como arte, como desenho, como prosa.

Estamos todos na linha de largada amigos…

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Pro Wrestling tem aura

Walter Benjamin, meus amigos.

Neste momento, se você tem algum conhecimento sobre o assunto o pensamento “Mas olha só que canhota do caralho esse Lequinho” pode ter passado por sua mente. Ou então foi “nossa, mas que Wrestler é esse?”.

 

Esse teórico – Sim, nós vamos por aí – é parte da escola de Frankfurt e fala sobre como as atividades artísticas tem aura, um conceito que foge do espiritual.

 

Aura é a ideia de que atividades artesanais e artísticas ÚNICAS possuem um valor imensurável que não pode ser reproduzido.

 

E PW, ao vivo, tem aura que só o diabo. Se você já viu algum show de luta livre acontecer na sua frente, a mágica que tomou conta de você saúda a mágica que entrou em mim.

 

Briga de vizinhos não conta.

 

Infelizmente, essa teoria não contempla apresentações gravadas e rechaça o conceito de reprodução industrial, afirmando que, quanto mais alcance, menos aura algo teria, pois é uma versão diluída da original.

 

Bom, a gente sabe que se Pro Wrestling não tivesse divulgação e reprodução industrial, seja oficial ou piratex, nós todos seríamos um grande fã clube de Lalola.

Prove him wrong or prove him right, o senhor Waltinho tem um ponto. BWF, FILL, CWF, NES e companhia tão aí pra provar quanta aura a luta livre pode ter.

Praticamente uma sessão espírita

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Semanalfabeto 6# – Como ver wrestling “mais ou menos”

Foi uma semana bem corrida e, acima de tudo, foi uma semana em que não vi quase nada de luta livre. Doravante, a edição de hoje, a qual já comecei a escrever duas vezes e não deu em nada, vai ser sobre o que eu faço quando eu quero assistir wrestling, mas não quero ASSISTIR wrestling.

Bem-vindos a mais um Semanalfabeto.

Já que é algo que faz parte do cotidiano, é quase impossível que nada de luta-livre apareça no radar, mas nenhuma das coisas que aparece é de uma substância real; nenhuma luta completa ou evento. Geralmente o que eu faço em ocasiões como essa é assistir promos no Youtube e ver compilações. Eu perco um tempo absurdo em compilações de golpes e momentos.

TOP 100 do caralho a 4; Top 70 mudanças de title; Os melhores spinebusters do Farooq (esse realmente existe, tem 5 min)

Isso é uma prática que eu alimento desde que comecei a assistir PW pois, se eu vejo algum golpe legal ou algum momento que eu não vi, é o que melhor me incentiva a procurar mais material e, no caso das indies, isso ajuda mais ainda, pois descubro algumas lutas que ocorreram e eu não fazia ideia.

Outra coisa FODA, e eu tenho a impressão que já falei disso aqui, são promos da NWA. Ric Flair, Ricky Steamboat, Terry Funk, 4 Horsemen (infelizmente sem o Mongo), Dusty Rhodes; É só o suprassumo da banana loura.

Existe outra coisa que geralmente não consumo em relação a wrestling e que essa semana resolvi ir atrás: trabalhos acadêmicos.

Existe uma quantidade considerável de trabalhos acadêmicos em português que abordam o Pro-Wrestling, seja no campo da semiótica, da linguística ou até tratando das biografias de lutadores. Baixei alguns para ler depois e, da olhada que eu dei, parecem bem interessantes. É bom, de vez em quando, tentar enxergar uma mídia que a gente consome tanto de outras formas. Tô parecendo um velho hoje, fico repetindo coisas que já falei.

Bom, acho que por hoje é isso, mais uma edição rápida com algumas dicas. Se quiserem ir atrás dessas coisas que eu falei… vão, porque procurar links com a internet daqui de casa vai ser um pouco complicado. Perdão por isso, a próxima vez que eu for falar de um assunto que exija links vou me preparar melhor.

Fiquem bem, tratem bem seus amiguinhos, sigam o PipeBomb no twitter e pensem um pouco fora das suas próprias cabeças, talvez ajude, talvez atrapalhe. Eu só quero é falar bosta.

Até semana que vem.

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Wrestle Kingdom 12

PipeBomb 37 – Wrestle Kingdom 12

Bem vindos a mais um Pipe Bomb podcast! Estamos de volta para o segunda edição do ano para falar sobre o maior evento no ano da NJPW, o Wrestle Kingdom, que está em sua 12 edição. Entenda como surgiu o Wrestle Kingdom, ouça um review completo (até demais) de todas as lutas do evento, com notas e comentários totalmente desnecessários de Léquinho (yo memo), Joker e Luan (capista). Se prepare para mais de 90 min de podcast sobre o clássico evento do dia 4º de Janeiro no Tokyo Dome.

Não esqueça de nos curtir no Facebook e seguir o Twitter.


Até a Próxima Edição! Deixe seu comentário, seja criticando, dando dicas, e fazendo sua pergunta para nós respondermos na próxima edição!

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PipeBomb 34# – Os melhores e o Mojo de 2016 (Pipebomb Awards)

PipeBomb 34

 

Estamos de volta! Mais um PipeBomb, o primeiro de 2017 falando sobre os melhores e os piores de 2016 com toda a falta de seriedade e bom senso que você só encontra aqui. Então vamos ter Léquinho (eu mesmo), Luan Bonato (capas), Joker (opiniões rebuscadas) e Captain (rei) falando sobre o Denilson do Wrestling,  do homem mais sexy do mundo (que não é o Benicio Del Toro) várias vezes, explicamos nossa opinião sobre o Mojo Rawley e teremos também extras sobre o Futebol brasileiro com a participação de LKS (que também escreve pros outros caras). Então é isso, espero que vocês gostem, entrem nas redes sociais do Pipebomb (Twitter & Facebook) e não esqueçam de COMENTAR! Um abraço!

 

PS: Perdoem o barulho de vento em alguns pontos (culpem o Luan).

 

 

 

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