Origami

Dia desses o Joker me passou um canal no YouTube chamado Origami Beats. BASICAMENTE é esse menino que faz músicas e beats do quarto dele e produz no FL.

 

O Joker também faz isso e, surpreendentemente, eu também. Não se engane, isso ainda é um texto sobre Wrestling.

Ou, como eu passarei a chamar a partir de agora, texto geracional pseudo motivacional sem razão de viver.

 

Wrestling é criação, simples assim, bem purin purin e coado em meia. Se você aplica um chokeslam no seu travesseiro… voi la, ai está  um momento. Falta aperfeiçoar, experimentar, lapidar e, de preferência, colocar outro humano in the stinking side of the stick.
Texto escrevendo e desenhando

É um incentivo para você começar a lutar? Talvez. Mas comece, esse é o importante; principalmente se você tem tempo, o que é algo que muito de nós não tem e nem deveríamos ser hipócritas quanto a isso.

Existe a demanda não dita e quase xamanica por mais Origamis ou por mais Sara the instrumentalist.

 

E tenha certeza disso, leitor veraneio, existe procura. Parece até que a vida tem sentido, não? Jamais se engane… sem razão de viver.

 

A menos que você dê o sentido, ninguém vai sentir falta do próximo origami como ninguém precisaria de um Ric Flair se ele não fosse criado.

 

A indústria, inclusive, sabe que fãs de PW em sua maioria, mas descontando os milhões de machistas babacas paus no cu – esses tem que se fuder – possuem a necessidade quase vital por criação.

 

Daí vem o pouco complexo EWR, o pessoalmente intragável TEW, universe mode, GM Mode e text based games de luta livre que temos espalhados na internet; muito bons estes, inclusive, muito bem escritos.

As referências de agora são a nossa infância, os artistas falam a nossa língua e, até pelo menos os próximos cinco anos, a vida vai passar a ser feita na velocidade da luz, Wrestling incluso.

 

O que a gente assiste é recriado em um espaço não físico habitado por Deus, O diabo e Promethea.

 

Acho que está na hora de brincamos um pouco com satã.
Eu já contei pra vocês que o PipeBomb tem uma newsletter?

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Era melhor ver o filme do pelé

Esse é um dos casos de “quem viveu se lembra e quem não viveu nunca saberá como foi”. Tal qual participar de uma suruba, ver essa fase do it begins foi igualmente empolgante e terminantemente decepcionante.

 

Não que eu não ame as duas lutas entre Jericho e “ai meu Deus eu sou tão bom e desvalorizado” Cm Punk, mas, sendo bem franco? Que potencial jogado fora.

 

Sabe essas MERDA dessas promo do Bray Wyatt que tão aparecendo ou qualquer outro Build Up de return ou debut que a gente viu? Esqueça isso.

balanço  e água it begins

Talvez fosse a adolescência, os hormônios, a falta do que fazer ou a ainda maior falta de contato com qualquer pessoa que não fossem perfis com fotos estranhas em uma comunidade do Orkut, mas, man oh man, essa época a vida entrou em ebulição com o famigerado it begins.

 

Seria melhor ter ido ver o filme do Pelé.

 

Existiam teorias que ia ser um retorno da DX por conta dos botões da blusa do moleque – você veja o nível de psicopatia que era essa porra. Também supôs-se que a os mini vídeos falariam sobre a possível volta de Shane O’Mac, à época sumido fazia três anos e sem previsões de volta.

 

Como a gente sabe, tá aí sambando toda terça na TV com o dinheiro de papai.

 

E por fim foi o homem das muralhas de Jericó. E foi uma merda.

 

Tipo, foi legal, mas foi uma merda. Enfim, a adolescência meus amigos, ela é terrível e mágica, tal qual essa época e tal qual esse return.

 

duas crianças em uma sala de aula

E sabe o que mais incomoda a gente quando o futuro chega, quando as lembranças batem? Sempre, SEMPRE podia ter sido melhor.

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Petisco

Não foi um dia fácil, meu leitor confidente, assim como a vida, que apesar de cômoda, nunca costuma ser fácil.

Mas pense comigo por um momento. Eu sobrevivi, você sobreviveu. Tal qual cachorros que fazem truques com ossos, merecemos um prêmio para, talvez, viver mais um dia.

O dia amanheceu belo na província de Mauá. Céu azul cor de “talvez mais tarde chova” e um sol que fica muito bonito do lado de fora do trem lotado. O hoje já virou ontem e o amanhã… você sabe o que ele virou, Você está nele. Eu consegui pegar um lugar no trem e talvez hoje seja um bom dia..

 

Estes são meus ossos para roer, amigo leitor:

 

 

Tenho cada vez mais me presenteado com PW esses dias e porque não? É um produto como qualquer outro, uma recompensa pela nossa deliciosa mediocridade e, por Deus, como é bom ver lutas assim.

 

Que disposição desses dois. É o que acontece quando você é magistral em fazer o básico.

 

Seria lindo se o filho Rhodes mais novo tivesse em um dedão o talento e a simplicidade que o pai carregava com tanto talento. Por sorte o gene Flair parece ter carregado a si mesmo dentro da Rainha, guardando o legado do dirtiest player in the game por mais uma geração.

 

Uma pequena demonstração de no sell e oversell. Pequenas doses de PW assim todo dia são um ótimo segredo para viver uma vida feliz e completa; salário fixo e VR também ajudariam muito. Mas, sinceramente, eu falo isso porque, para realmente amar esse esporte não é preciso passar o dia inteiro. Isso não é uma dieta.

 

Não é um clássico, não é a melhor luta do século, mas é um agrado, um petisco no nosso diário mar de desgraça.

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arte - Criminal 1# Ed Brubaker, Sean Phillips

Pegue o pombo

 

Talvez seja difícil demais capturar o Wrestling em sua totalidade. Seja em filmes, jogos e desenhos, qualquer forma de arte que fale de PW talvez nunca chegue a realidade do que ele é de fato.

 

Como falar da realidade nunca vai alcançar o verdadeiro real. E quem sabe o objetivo não seja esse e sim entender o que está além do real?

 

Luta-Livre, como nos acostumamos a falar, é algo que ultrapassa o âmbito do ring e das plateias. Logo, é impossível que uma obra consiga abraçar com igual clareza e profundidade todos os aspectos que esse esporte representa.

 

Se acertar nos lutadores, talvez peque em retratar os fãs. Caso os dois estejam perfeitos, os eventos podem ser mal desenvolvidos. Isso se desenrola através de todo o entretenimento, mesmo aquele que não fala sobre luta livre.

 

Em um ensaio de Raymond Chandler, romancista americano famoso por seus thrillers de detetive, ele afirma que nenhum escritor possui igual exatidão e proficiência em todas as áreas do conhecimento. Alguém que sabe tudo sobre tecidos egípcios pode não ser o melhor escritor de diálogos da história.

Arte André de Giant Life and Legend

O mesmo se aplica aqui e é por isso que, muitas vezes, a gente pode pensar que não existem tantos produtos bons sobre Wrestling no mercado. Sinceramente, isso é algo com o que eu tenho tendência em concordar.

 

Mas quando olhamos para alguns produtos como Criminal 1#, do Brubaker e do Phillips, que em um retrato tão rápido consegue capturar um PW que está ali em contexto e forma, de maneira tão coadjuvante e tão espetacular…

 

Ou quando assistimo “The Wrestler” e vemos aquela força pulsante de alguém que deu tudo de si e não está satisfeito…

 

É nessas horas que a corrida pelo pombo parece ganha mesmo antes de começar.

Entretanto, muito chão precisa ser percorrido. É necessário correr atrás de mais representações que não seja o Wrestler branco e velho. Filme da Paige tá ai… E eu ainda nem pensei em assistir.

Bom, talvez o próximo passo deva ser nosso. Um passo rumo a criação de conteúdo sobre Wrestling, mas não como comentário e sim como arte, como desenho, como prosa.

Estamos todos na linha de largada amigos…

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newsletter

Temos uma Newsletter!

Sim, incauto leitor e ouvinte, temos agora aquela moda conhecida como “texto que chega no seu email e você geralmente ignora” chamado de Newsletter.

Sendo mais específico, o Semanalfabeto se tornou uma Newsletter justamente pelo site, ao meu ver, não comportar mais esse formato de texto. Como eu ainda gosto de escrever umas coisas mais longas e desconexas que cairiam muito bem na diagramação que o E-mail permite, aqui estamos.

Os textos no site não acabaram e isso é só mais uma maneira de você receber conteúdo. Esse tipo de iniciativa também é uma forma de medir engajamento e alcance do site uma vez que, para mim, fica mais fácil ver quantas pessoas assinam a newsletter em comparação de quanta gente lê o site.

Tudo culpa do Captain, falem com ele.

Enfim, meus fofos, coloquem seus e-mails nesta caixa aqui embaixo e fiquem no aguardo para receberem coisas. Não, não são spams, mas sim uma quantidade absurda de inutilidades e muito PW, talvez mais até do que você gostaria.

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Nos vemos lá.

 

Ou não.

 

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Pro Wrestling tem aura

Walter Benjamin, meus amigos.

Neste momento, se você tem algum conhecimento sobre o assunto o pensamento “Mas olha só que canhota do caralho esse Lequinho” pode ter passado por sua mente. Ou então foi “nossa, mas que Wrestler é esse?”.

 

Esse teórico – Sim, nós vamos por aí – é parte da escola de Frankfurt e fala sobre como as atividades artísticas tem aura, um conceito que foge do espiritual.

 

Aura é a ideia de que atividades artesanais e artísticas ÚNICAS possuem um valor imensurável que não pode ser reproduzido.

 

E PW, ao vivo, tem aura que só o diabo. Se você já viu algum show de luta livre acontecer na sua frente, a mágica que tomou conta de você saúda a mágica que entrou em mim.

 

Briga de vizinhos não conta.

 

Infelizmente, essa teoria não contempla apresentações gravadas e rechaça o conceito de reprodução industrial, afirmando que, quanto mais alcance, menos aura algo teria, pois é uma versão diluída da original.

 

Bom, a gente sabe que se Pro Wrestling não tivesse divulgação e reprodução industrial, seja oficial ou piratex, nós todos seríamos um grande fã clube de Lalola.

Prove him wrong or prove him right, o senhor Waltinho tem um ponto. BWF, FILL, CWF, NES e companhia tão aí pra provar quanta aura a luta livre pode ter.

Praticamente uma sessão espírita

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Preparação pré-Wrestlemania

Wrestlemania é amanhã meus amigos e, sejamos francos, ela exige preparação. Abro o iFood e nada na cabeça; abro a carteira e nada ali dentro também. Vocês já perceberam como comida é importante nessas horas? E não seria por menos, sete horas e meia de evento exigem um tanto de energia.

Um clima estranho fica no ar. É mais engraçado quando nos comunicamos com mais gente e com uma comunidade mais ativa. O twitter então? Ele fica incrível nessa época do ano, em ebulição.

Sem contar o Springbreak do Joey Janela, que me ajuda a juntar minha turma no Discord para falar de coisas não relacionadas a luta livre.

Essa semana, enquanto eu comia num restaurante japonês com o LKS, ali no centro de São Paulo, bairro da Liberdade, nos discutíamos sobre o futuro do PW, nacional e internacional.

A verdade é que a gente vai precisar de muita comida para essa Wrestlemania, seja para aguentar o tempo despendido ou para alimentar essa nostalgia que fica quando o evento se aproxima. Eu mesmo faço, basicamente, um texto igual todo ano sobre ~le almighty mágica do Pro Wrestling~.

É divertido, um pouco cansativo e, principalmente, muito importante de se aproveitar.

Só existe o agora, meus amigos. O agora é a pizza que eu vou pedir quando começar o evento. O agora é o cento de salgados que eu vou comer e que provavelmente vão me matar daqui uns poucos anos.

O único momento que existe é entre a risada de um e o xingamento do outro. Todo mundo junto pela internet ou pessoalmente.

Eu estou com muita fome e é, oficialmente, Wrestlemania.

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As vésperas: sobre a Wrestlemania 34

Por que escrevê-lo? Por que não escrevê-lo? Por que escrevê-lo? Por que não escrevê-lo?… Escrevi.

Estamos em plena Wrestlemania Week, às portas do grande blockbuster do Wrestling mundial, seria uma falta de bom senso enorme não escrever nada antes do famigerado Grandest Stage of Them All, não? É, foi o que pensei.

A comparação anterior vem com total naturalidade, por uma simples razão: É a verdade. A Wrestlemania se materializa como um grande blockbuster do Pro-Wrestling, as vezes com um diretor bom e roteiro amarradinho e aí dá samba; outras vezes vem roteiro pé de chinelo e um diretor terrível, nesses casos é só esperar até o ano que vem, ano que vem sempre tem de novo.

Esse ano, pelo que mostram os “trailers”, o evento tem potencial até a boca, claro que algumas decisões sempre decepcionam, como em qualquer obra Wrestlingmatográfica, mas a gente releva, a gente sempre releva. E como não?

 

Vamos por partes.

 

Com o card totalmente revelado é possível selecionar algumas joias em potencial, cenas marcantes para se aguardar no evento deste domingo, 8 de Abril.

 

O que me salta aos olhos, já de começo, é Asuka vs Charlotte.

Tempos atrás eu tinha grande  ressalvas quanto a herdeira Flair, nunca questionando sua qualidade em ring nem mic-skill, entretanto algo ainda não havia clicado, expressão bosta que aqui significa simplesmente “eu só achava ela qualquer coisa”. Depois da Wrestlemania 32, após o título das Womans voltar com tudo e a nomenclatura “divas” ser enterrada, ela só cresceu. Como heel, deixando a figura icônica do pai como manager de lado, e também no tablado, fazendo lutas cada vez mais competentes, mesmo que o booking e os reinados curtos tenham fatigado na época. Inegável, porem, é o fato de  Charlotte Flair ser história viva, caminhando dentro da WWE, tendo participado da primeira HIAC feminina e da primeira MITB feminina, além do supracitado title na WM 32.

E o que dizer de Asuka? Invicta desde a estreia, levando nas costas um fardo que não é fácil. Carregar uma streak semana a semana é uma tarefa dura, acaba cansando e para acabar com a invencibilidade não existe jeito bom, é sempre torto, esquisito. Talvez estejamos parados frente ao melhor cenário para isso acontecer, ou será esse só mais um capítulo na mega-saga de dominação que a atleta japonesa traz consigo? Em tempo… em tempo. De qualquer forma, o público ainda a apoia totalmente.

 

Falar em streak e não falar do Undertaker chega a ser sacrilégio. Bom, ele a perdeu há quatro anos, mas o som dos corpos de 19 homens nas 21 vitórias que sucederam a derrota na Wrestlemania 30 ainda ecoam pelos salões vazios das arenas onde tudo aconteceu. Não que tenha parado por aí, tivemos ainda três lutas com duas vitórias e uma derrota, as últimas que sempre pesam muito mais que as primeiras.

Mais uma dessas derrotas pode despontar no horizonte este domingo, e nela lemos o nome de John Cena, um dos Wrestlers mais populares indústria criou nos últimos anos.

 

Sejamos francos, a luta tem grandes chances de ser muito ruim. Não condeno o Cena in ring: ele não eleva a habilidade de um lutador medíocre e nem afunda um bom; já sua química com o público é algo que ajuda sim, muito, qualquer luta. É no outro lado da balança que o baticum muda. Undertaker não consegue mais lutar, é evidente. O corpo já não aguenta mais. Eu acreditei que ano passado fosse a despedida; esse ano pode ser mais adequado, querendo ou não Cena vs Undertaker é SIM um destaque do evento, a luta que nunca aconteceu nos termos certos, encerrando, quem sabe, a carreira de dois medalhões. Inclusive, vou deixar gravado aqui: eu não escrevo mais texto de despedida para Wrestler nenhum. Ninguém fica aposentado. Escrevi para o Undertaker e olha ele aí de novo.

 

Para minha surpresa, outro que volta é Daniel Bryan. Mesmo que valha comentar sobre os outros três envolvidos nessa tag team match, eu não quero. Nós sabemos da qualidade monstruosa de Owens/Zayn e como vê-los em um card da Wrestlemania é quase como olhar, no passado, para um Dream Card. Shane também foi surpresa há um par de anos, retornando, da mesma forma, para uma WM. Entretanto esse é um caso um pouco mais delicado. Imagine se Bret Hart, Edge, Stone Cold e tantos outros Wrestlers que se aposentaram, seja parcial ou majoritariamente, por conta de lesões pudessem ter outra chance, uma única que fosse, pequena, mínima, de lutar de novo com toda capacidade. Ele pode. Daniel Bryan foi agraciado com mais uma chance, não uma luta só, mas a chance de voltar aos ringues, de sonhar conosco, só que agora do lado certo das cordas, dentro do quadrado do qual nós torcemos tão fervorosamente que ele não tivesse saído e para o qual ele agora retorna. Três anos atrás, em uma noite de segunda, eu chamei Daniel Bryan de um Wrestler 3×4. Ele ainda é, mas também é um gigante, impresso em tamanho global, estampado na face da terra, do tamanho de um sonho. Um bom sonho.

 

E se Bryan Danielson vai lutar, por que não Tyler Black, Prince Devitt, Cedric Alexander, Brodie Lee, Crazy Marie Dobson, Claudio Castagnoli, Heide Lovelace, Bobby Roode? Por que não reprisar a luta pelo IWGP Intercontinental Title do Wrestle Kingdom 10 e colocar Aj Styles contra Shinsuke Nakamura, competindo agora por um dos dois mais importantes cinturões da companhia? Por mais que o Nakamura não me agrade, é como pegar algo que deu certo em um grande filme da Fox Searchlight e produzido pela 20th Century (nenhuma intenção aqui de desmerecer nem a NJPW nem a Searchlight). Outro title que ganha uma match é Cruserweight, atualmente vago. Essa luta é resultado de uma sequência de ótimos shows do 205 live, um novo manager e um torneio com inúmeras lutas excelentes. O supracitado Cedric Alexander peleja contra Mustafa Ali para decidir quem leva o ouro; sinceramente, acho que somos nós.

 

É um grande card, em extensão e em potencial. Deixei muitas coisas de fora e elas certamente não são menos importantes por isso, mas o que me interessa mais dentro do evento está nesses últimos parágrafos. De resto, só espero algo legal, com a sorte ajudando.

Além da Wrestlemania em si, a WM Week também proporciona ótimos eventos no circuito independente da luta livre, período no qual algumas empresas e wrestlers resolvem tocar projetos especiais. Os exemplos mais caros à minha pessoa são o Joey Janela Spring Break, que vai agora para seu segundo ano, e o Matt Riddle Blood Sport, organizado como um evento de Shoot Fight. Ambos aconteceram nos dias 5 e 6 de abril. Além desses temos também Impact vs Lucha Underground, WrestleCon Supershow, shows da Evolve, Progress, RevPro e o SuperCard of Honor da ROH, entre várias outras atrações.

 

Mas sério, se você não viu o primeiro Joey Janela Spring Break, ouça nosso podcast e assista logo depois, é algo fora de série.

 

Enfim.

 

O período de Wrestlemania é o nosso fechamento de temporada, assim como o descortinar de um novo espetáculo, provindo uma nova aventura, continuando algumas outras que conseguem atravessar as frestas desse grande acontecimento anual. No dia em que esse texto for ao ar ainda não teremos assistido o NXT e o HOF terá sido somente a algumas horas, enquanto a Wrestlemania se apresenta à nossa frente, braços aberto. É nosso direito sonhar com ela, é quase um dever aproveita-lá, seja por ela mesma ou pelos eventos que ela trás. Fazer isso há 10 anos? Isso sim é, sem sombra de dúvidas, um privilégio.

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