PipeBomb 35# As piores passagens pela WWE e… tudo mais.

PipeBomb 35

Achou que o PipeBomb tinha acabado? Achou– é, na verdade quase isso.

Enfim, estamos de volta! Dessa vez para falar de um assunto que atormenta nossas cabeças dia e noite, um tópico que é o pilar para qualquer discussão de Wrestling e também pra falar um monte de bosta que não tem nada a ver com o tópico principal. Lequinho (oi), Joker, Luan e Captain (mudinho) falarão sobre as piores passagens da história da WWE e também que fim levou aquele Wrestler horroroso que você nem lembrava que existia. Descubra também porque o The Miz é igual o Sargent Slaughter, como o PipeBomb queria que fossem as coisas e também um sub-podcast completo sobre os Aces & Eights.

Lembrem-se sempre de compartilhar esse podcast para todo mundo que você conhece, além de acessar nossas redes sociais aqui em baixo para ficar atualizado com o melhor do Wrestling Mundial. Deixe seu comentário, ele é sempre muito importante para nós!

 

RECOMENDAÇÕES

GLOW- Netflix

Luta favorita do Joker

Behance do Luan

Marketing Agressivo

Me contratem pra traduzir

 

 


Até a Próxima Edição! Deixe seu comentário, seja criticando, dando dicas, e fazendo sua pergunta para nós respondermos na próxima edição!

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PipeBomb 34# – Os melhores e o Mojo de 2016 (Pipebomb Awards)

PipeBomb 34

 

Estamos de volta! Mais um PipeBomb, o primeiro de 2017 falando sobre os melhores e os piores de 2016 com toda a falta de seriedade e bom senso que você só encontra aqui. Então vamos ter Léquinho (eu mesmo), Luan Bonato (capas), Joker (opiniões rebuscadas) e Captain (rei) falando sobre o Denilson do Wrestling,  do homem mais sexy do mundo (que não é o Benicio Del Toro) várias vezes, explicamos nossa opinião sobre o Mojo Rawley e teremos também extras sobre o Futebol brasileiro com a participação de LKS (que também escreve pros outros caras). Então é isso, espero que vocês gostem, entrem nas redes sociais do Pipebomb (Twitter & Facebook) e não esqueçam de COMENTAR! Um abraço!

 

PS: Perdoem o barulho de vento em alguns pontos (culpem o Luan).

 

 

 

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Obra de Arte: DIY vs The Revival – NXT TakeOver Toronto

Vamos voltar alguns anos, não sei quantos ao certo, mas alguns anos. A TNA tinha, em tempos passados, uma Tag Team Division de dar inveja a qualquer empresa: Motor City Machine Gun, Beer Money, Generation Me (conhecidos como Young Bucks, hoje em dia mais chatos que unha encravada), Bad Influence (amores da minha vida), em dado momento tivemos Kurt Angle & AJ Styles e até Bobby Roode & Austin Aries. Obviamente nem todas essas Tags atuaram simultaneamente e, com a mesma obviedade, existiam também Tags extremamente merdas que, contudo, não comprometiam a divisão num geral. Com o passar do tempo a WWE começou a esboçar um suspiro de uma Tag Division mais elaborada, depois de anos tropeçando com Crime Time, Legacy, Carlito & Primo, Dirt Sheet, S.E.S e, não podendo deixar de fora, campeões maravilhosos como John Cena & David Otunga e os lendários Heath Slater e Michael Mcgillicutty. Os porens da TNA valem pra WWE também.

Sábado (19/11/2016) ocorreu o NXT Take Over Toronto. Eu não vi ao vivo, não teve a usual conversa no Skype e eu já havia recebido todos os Spoilers minutos depois que acabou o evento; pra mim, isso já tira metade da emoção da coisa. Ontem eu parei pra ver o PPV: Ótimo card, boas propostas, feuds bem construídas e três disputas de título. Uma delas me deixou atônito após sua conclusão e pela introdução do texto vocês provavelmente já sabem qual é. Caso não, no NXT Take Over Toronto tivemos uma “2-out-of-3 Falls Match” pelo Título de Duplas do NXT entre The Revival (Scott Dawson e Dash Wilder), os atuais campeões, e DIY (Johnny Gargano e Tommaso Ciampa), nossos desafiantes.

A primeira vez que vi Johnny Gargano lutando foi no King Of Trios 2011, PPV da CHIKARA.Eu falava no Skype com o famigerado Joker, que torcia e gritava (não literalmente, aquele grito de quem não pode falar muito alto) a favor da Stable do Wrestler supracitado, a FIST. A primeira vez que vi Tommaso Ciampa lutando foi em algum PPV da PWG, em uma luta meio merda contra Brian Cage, em que, se não me engano, o próprio Ciampa botchou no começo, o que comprometeu o restante da luta. A primeira impressão ruim passou, Ciampa é excelente, só pra deixar claro. Eu realmente não me lembro a primeira vez que eu vi a Revival lutar, a primeira vez que eu os notei foi no NXT TakeOver Dallas, aonde os mesmos perderam seus títulos de Dupla para a American Alpha, dupla que agora figura na divisão de Tags do Smackdown. Eu não acompanhava o NXT semanalmente na época, então não tinha muita noção de como funcionava a Tag, conhecia a American Alpha pelo hype construído ao redor do Gable, entretanto, ao final da match, mesmo derrotados, eu havia descoberto uma tag que já poderia colocar entre as minhas favoritas.

Enfim, os dias e meses passaram, The Revival recuperou o título, fizeram uma luta incrível contra a DIY no NXT TakeOver Brooklyn II e abandonaram o Torneio Dusty Rhodes de Duplas, justamente quando iam lutar novamente contra a Do It Yourself. Ciampa e Gargano assinaram Full-Time com a WWE, Gargano casou, a DIY perdeu sua vaga no torneio para os Authors of Pain, graças a uma interferência de Dash & Dawson. O circo estava armado para o NXT em Toronto, agora as possibilidades estavam todas na mesa, com a DIY já contratada pela empresa de Stamford e a Revival no ápice de sua popularidade até agora, sendo até citada pelos Young Bucks, em uma entrevista dada ao Weekly Top 10 da Sports Illustrated, aonde eles dizem que, caso eles continuem juntos, podem estar no Top daqui a alguns anos.

Eu já sabia que a DIY ganharia, eu tinha lido os spoilers no Twitter no dia do evento. Então a pergunta que fica é: Por que eu fiquei no estado de graça que eu fiquei depois da luta? Qual razão despertou a emoção que me tomou após a Match?

Uma resposta muito plausível é a de que eu sou um idiota completo (provavelmente é verdade). A outra é que, como tantos dizem, Wrestling é uma obra de arte. Tomando ambas como verdade, podemos dizer que, neste mês de novembro, vimos um quadro de Museu ser pintado a 8 mãos.

 

Eu preciso falar da The Revival. A comparação com os Brainbusters (Arn Anderson e Tully Blanchard) é, para mim, inevitável, contudo, não para por ai, seria muito simplista parar por ai. The Revival deve ter uma sala de DVD’s ou uma caixa de HD’s cheio de vídeos da Golden Age/New Generation da WWF, isso sem contar outras empresas. Seria muito fácil pra eles emularem essas tags e pararem por ai, mas eles trazem algo novo pra um estilo incrível de luta em duplas; Dash e Dawson tratam a Tag Match como um jogo de Xadrez, nada na sua movimentação é arbitrário, tudo sempre parece parte do plano, um timing incrível junto com um ritmo de luta incrível, que não é nem frenético, o que comprometeria o contar da história (famoso Storytelling) da luta, nem lento co0mo seus influenciadores. Como eles mesmo dizem, DIY pode ser uma tag de seres humanos, mas a Revival? Eles são maquinas.

Acho que podemos dizer, a essa altura do campeonato, que humanos também tem suas qualidades. Gargano já não é aquele garoto da FIST, teve um reinado de 873 dias com o Open the Freedom Gate Championship, titulo pertencente à Dragon Gate USA na época e, atualmente, unificado ao título da EVOLVE devido ao fim da DGUSA (luta de unificação foi entre Timothy Thatcher & Drew Galloway); o botch de Ciampa, o qual eu não lembro quando foi nem consigo achar vídeos. Prova de que tal fato pode ser só fruto da minha imaginação, esse botch não lhe faz justiça e desde tal ocorrido ele vem fazendo um excelente trabalho através do mundo, sendo sua tag com Gargano um excelente acerto que fez bem aos dois. Isso sem contar que nos providenciou um dos memes mais legais do Pro Wresting nos últimos anos. DIY talvez não seja 100% planejamento, mas tem muito coração e muita agressividade. Pudemos ver isso quando ambos se enfrentaram durante o CWC, pudemos ver a amizade de ambos no final, amizade que não foi comprometida apesar das derrotas durante a jornada como dupla dentro da WWE. Eles diziam que essa era a última chance deles pelo título, uma última chance de mostrar para o que vieram. Numa situação homem contra máquina, o espirito foi mais forte que o aço.

Não faria sentido eu revisar a luta aqui, mas o que eu posso dizer, novamente é que, do meu ponto de vista, essa luta não pode ser definida como nada menos que uma obra de arte. Não é a melhor luta do mundo, não é uma luta cinco estrelas, entretanto, nem todas as obras de arte são perfeitas ou incorrigíveis, mas são o que são pelo que despertam e o que representam. No final, o quadro que eu disse ser pintado a 8 mãos foi finalizado quando duas bateram no tablado sinalizando desistência. Antes disso a própria mão do juiz já havia alcançado a contagem do três duas outras vezes, uma contabilizada para cada time. Ambos os membros da Revival deram Tap Out ao mesmo tempo, DIY levou pra casa o NXT Tag Title, simples assim, sem enrolação.

Muito do que eu falei aqui pode parecer exagero, pode ser exagero, por isso não confie em mim. Se você tem o WWE Network vai lá agora e assista, você vai ser o que eu falei sobre a estratégia absurdamente calculada da Revival; caso tenha uma conta no XWT, faça o download, talvez você comprove tudo o que eu falei sobre a amizade e a carga emocional dos recém contratados; ainda assim, se não for o caso, existe o Watch Wrestling e muitos outros lugares onde vocês podem ver essa luta e, talvez, se emocionarem como eu me emocionei vendo a luta, mesmo já sabendo o resultado, se emocionar de novo como eu estou emocionado agora após ver por uma segunda vez e estar vendo por uma terceira enquanto escrevo estes parágrafos esquisitos.

Caso não sinta nada disso, você ainda estará vendo uma das melhores lutas do ano dentro da World Wrestling Enterteniment, luta que pavimenta o caminho para a Tag Division do NXT, consolida a já forte divisão do Main Roster, luta que faria o meu eu de 2010 pular de alegria e que faz o meu eu de 2016 colocar um ponto final com um sorriso no rosto.

PS: Obrigado ao Joker pela informação quanto a unificação do Open the Freedom Gate Title com o título da EVOLVE. Você pode ver as notas dele para a luta que inspirou esse texto aqui.

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Pipebomb 33# – Brand Split e os segredos de Triple H.

E quem diria que chegaríamos a três podcasts em um ano? NUMERO MAGNIFICO!  Nesta edição reunimos Lequinho (eu mesmo, de volta ao posto de editor), Joker (cansado e puto), Luan (lépido e fagueiro), Captain (calado e inútil) e LKS (entorpecido e atrasado) para falar da mais nova/velha novidade da WWE: o Brand Split. Comentaremos as coisas que sentimos falta da época em que isso existia, falaremos de Wrestlers esquecidos e revelaremos inúmeros segredos do Triple H, porque desvirtuar o tópico é a nossa habilidade primordial. Ainda no final temos uma magnifica sessão de abraços, leitura de (um) comentários e muito mais.

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PipeBomb 32#- COINCIDENTEMENTE WRESTLEMANIA 32!

Capa 32

 

“Mas o da Wrestlemania 31 não foi a três podcasts atras?” Foi, e aparentemente foi proposital! Estamos de volta com mais uma edição do PipeBomb, onde iremos falar do evento mais importante do Wrestling americano (ou não) neste ano de 2016: WRESTLEMANIA 32! Ouça Joker (editor desta edição, tudo culpa dele), Lequinho (eu), LKS (novato), Luan e Captain (inaudíveis, mas quem se importa?) falarem, sem piadas, sobre a noite de ouro da WWE e também sobre coisas como design de titles, egos inflados e, alem disso tudo, participações ao vivo de ouvintes pelo twitter!

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Pipe Bomb 30(1)#- WWE Roster, TA TODO MUNDO MACHUCADO

Capa PipeBomb 301

E conseguimos lançar esse cast antes da Wrestlemania! Chegamos em mais uma edição com Lequinho (eu mesmo), Joker, Luan (capa) e Captain para repetir uma pauta pois não felizes em lançar um cast por ano a gente repete pauta! Nessa edição falaremos novamente sobre o roster da WWE, imaginamos a feud mais maluca de toda a historia da Wrestlemania, distribuímos beijos e censuramos metade do podcast para nos poupar de futuros processos. Lembrem-se sempre de acessar o Facebook e o Twitter do site, acompanhar nossos parceiros clicando no banner ai ao lado e acessando os links dos membros pra dar aquela força. Obrigado por ouvirem e se possível deixem um comentário criticando, concordando, xingando ou qualquer outra coisa do gênero.

 

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Uma de muitas

Uma de muitas

Daniel Bryan, Bryan Danielson, The American Dragon, aquele rapaz baixinho, hora barbudo e hora razinza, hora agressivo, hora técnico, aquele mesmo! Aquele jovem se aposentou e nesse momento muitos outros escrevem com o mesmo sentimento que eu, talvez na mesma situação: Um fone no ouvido, muitos pensamentos e poucas palavras. Não foi a primeira (tivemos Edge deixando o Title e os ringues, doeu), certamente não será a última tendo em vista que é um esporte em que o risco é recorrente. Amanhã já passa, vem a Wrestlemania, vem o ano inteiro, mas a chant vai sempre estar la; as camisetas, os cartazes, a lista de lutas favoritas vai estar sempre aberta com o nome dele no meio (na maioria das vezes). Não há nada que possamos fazer.

 

E nessa impotência tão triste de ser fã, levantamos os braços com o indicador pra cima, mesmo que num gesto figurativo, pelo Twitter, Facebook, em forma de texto ou qualquer outra expressão, e dizemos “Tchau” pra um amigo que estava ai e agora se muda pra longe, de vez em quando volta e traz a alegria, fuma um cigarro, toma um café e some por mais um tempo. É triste pela perda, é alegre pela precaução, melhor de pé sem lutar do que paralisado pra sempre, numa cadeira ou num caixão. E por mais fúnebre que tudo isso possa parecer o que fica não é o gosto amargo de tantas Dream Matches perdidas mas sim a lembrança de tantas que ocorreram, a lembrança do dia em que o mais improvável dos lutadores levantou os dois maiores símbolos do Wrestling em meio a pessoas e papel picado.

 

Daqui a um ano, um mês, semana que vem, aparece outro. Outro Underdog, outro barbudo, mais habilidoso, mais carismático; sempre vai ter alguém, a vida se recicla pra gerar mais alegrias e mais raivas. Mesmo assim, ainda fica no retrato da nossa época, um wrestler 3 por 4, pequeno e inusitado, que, por mais clichê que seja, provou que alguns sonhos realmente se realizam. Clichês são bons de vez em quando, e sonhos só são validos quando você acorda, olha pro lado, e vê que o seu sonho foi o sonho de milhões.

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Royal Rumble 2015 - Pipe Bomb

UM NOVO DIA! – A Renovação na WWE

Primeiro texto do ano, vamos ver no que isso vai dar. Meus queridos fãs de wrestling de toda a comunidade da internet, um feliz ano novo, que você não caia na zica da contusão da WWE e consiga acompanhar luta livre com todos os músculos no lugar. Começamos um ano agitado. Os japoneses, como bons fãs de mangá que são, fecharam o ano com chave de ouro com um evento em janeiro (referência confusa, dependendo do seu ki você ainda não estará apto para entender, mas não desistirei de você, meu lindo (a)) com o Wrestle Kingdom 10. A tremenda qualidade do evento faz o menino wrestling respirar. (mais…)

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