Pouca brand e muito título

IMAGEM DO GREAT SASUKE É MERAMENTE ILUSTRATIVA
GREAT SASUKE É FODA

Esse é um texto rápido só para constatar que esses shows da WWE estão, sem sombra de dúvidas, uma porra. O Brand Split praticamente morreu, temos mais gente com cinturão do que lutadores de cabelo comprido e sunga, a previsão é só de que tudo piores e as mudanças significativas ficam somente para a última hora de Raw, onde temos as mesmas lutas de sempre.

Claro, bancar o doutor que tem diagnósticos exatos sem nenhuma responsabilidade é muito fácil. Entretanto, não precisa ser um gênio para notar que existe algo ligeiramente errado com a qualidade do produto que a empresa dos Mcmahon vem apresentando num geral.

Ta, exclui o NXT disso dai.

Não sei se a culpa é do próprio Vince, do “processo criativo” que a empresa impõe aos seus funcionários como denunciou Jon Moxley em sua shoot interview ou simplesmente as estrelas tem se alinhado semana após semana para testar a paciência do telespectador, levando aos céus via sattelite um RAW mais merda que o outro. Smackdown também, mas não tanto. A brand azul mantem-se mediana; o problema é que quase não existe mais BRAND AZUL

Tudo voltou a se misturar e um assunto que eu poderia resolver em um tweet virou um texto no blog. TA TODO MUNDO LOUCO nessa terra de meu Deus e enquanto o trem do Hype leva as pessoas a acreditarem que a AEW será algo diferente disso – e eu não dou cinco anos para estar tudo a mesma merda – esse mesmo veículo vem atropelando nossa já fudida impressão em relação aos geriátricos show semanais da Luta Livre Mundial e Entretenimento.

Mas no fim tudo se resolve, para o bem ou para o mal.

 

 

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habilidades

Habilidades de um Wrestler

 

Eu sei que o assunto do momento na verdade é a entrevista do Mox no Talk is Jericho, EU SEI.  Mas não é disso que eu quero falar, pelo menos não por agora.

Mesmo assim, se você está demasiadamente em polvorosa para desassociar sua mente dessa shoot, acho que pelo menos podemos usá-la como um ponto de partida alternativo; meu ponto de partida principal é a gravação dos testes físicos que aconteceram no Performance Center da WWE.

Tanto Mox, quanto vários outros lutadores, estrangeiros e brasileiros, nos mostraram em menos de uma semana que ser um lutador não se trata tão somente de saber dar uma tesoura ou gritar “aaaai” quando alguém de der um low blow. É óbvio? Um bocado. Eu já tinha parado para pensar nisso? Não seriamente.

Como recém praticante de esportes, fica cada vez mais claro que habilidades básicas são muito mais necessárias para formar um bom atleta do que uma complexidade avançada de periféricos uteis na hora do improviso. Isso significa que é mais importante saber correr e saltar do que saber dar um 450 splash de cima de uma escada em uma pessoa que esta sendo carregada por formigas de fogo em um ringue feito de jéleca.

habilidades

Quer saber de algo mais estúpido ainda? Já haviam me ensinado isso em outra área de conhecimento: o desenho. Realmente é um porre ter que desenhar círculos perfeitos e linhas retas quando tudo o que eu quero fazer é o SUPROMES voando através de metrópoles. Entretanto, Metrópoles é um amontoado de retângulos em perspectiva forçada e o Clark não é nada mais que figuras geométricas distorcidas e estilizadas com base em uma anatomia artística.

PW basicamente consiste em aprender a fazer círculos para depois construir sua própria cidade e seu homem do amanhã.

Ritmo, postura, forma de correr, a maneira que os golpes são vendidos são coisas básicas que basicamente ditam se você serve ou não para aquela história.

Ver pessoas treinando saltos e ouvir o Jon Mox falar sobre seus treinos BÁSICOS para evoluir como atleta e não só como lutador é um belo exemplo de como essa construção funciona. Porque, se o complexo for feito sem base, ele desmorona. É só ver futebol sem time de base porra, essa merda não vai pra frente e ai eu tenho que aguentar umas merdas TIPO FINAZZI NO CORINTHIANS, VAI SE FUDE, QUE ANO DE MERDA.

 

uff…

 

É isso, até amanhã.

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suicidio

Untitled

Hoje não existe quebra de quarta parede nem gifs. Ashley Massaro foi encontrada morta na manhã de terça feira em sua casa localizada em Smithtown, Nova Iorque. O óbito, pelo que se descobriu mais tarde, foi aparentemente causado por suicídio.

 

Não é possível começar a descrever a sensação dessa descoberta. Não é o primeiro caso de suicídio que temos esse ano dentro do mundo do Pro Wrestling e nos dias da morte da Ex Wrestler da WWE, certamente ela não foi o único ser humano a tirar a própria vida.

 

E não existe nada relacionado ao clássico Setembro Amarelo Bullshit que eu possa dizer aqui que vá mudar alguma coisa sobre isso. O papo motivacional é só merda quando doenças como depressão, fobia social e ansiedade começam a marretar a nossa rotina. Só existe você e, caso você tenha sorte, uma rede de apoio.

 

Isso não é um pedido de atenção para que vocês passem a se conscientizar sobre o suicídio e os problemas de saúde mental. É a porra de um grito no escuro para cada fã de wrestling e cada um que se considera ser humano. Pois não pense que as empresas e companhias estão dando meia foda para a morte da Ex Campeã mundial ou para qualquer outro lutador que já tenha cometido ou tentando suicídio.

 

A WWE, para dar nome aos bois, vai tirar o cu dela da reta. É assim com Benoit, que matou a família e se suicidou, é assim com Ashley e vai ser assim com qualquer outro lutador que passe por isso. Porque atentados contra a própria vida não dão renda, não passam uma boa imagem para uma empresa que faz seus empregados saírem todo dia para o trabalho sem um tratamento minimamente preparado para lidar com sua saúde física e mental.

 

Nem durante e nem depois.

 

Porque a vida é assim. A marca quer lucro e as pessoas se parecem cada vez mais com marcas. A nossa única chance é tentar ouvir, mesmo que seja extremamente difícil, algo mais que o som da nossa própria voz. Porque daqui há duas semanas esse assunto vai ter passado e só quem vai se lembrar TODOS OS DIAS são os parentes próximos e quem realmente sentiu a falta de mais uma pessoa na mesa da janta ou no sofá de fim de noite.

 

E a parte mais difícil é admitir que ainda assim existe esperança e não, não é nada fácil de encontrá-la. Mas você precisa e não só para você, mas para o outro também. A prevenção do suicídio não começa com você abrir sua caixa de mensagens do messenger para ouvir desabafos, começa com você não sendo escroto na rua; começa com você perceber quando uma brincadeira vira afronta. Começa quando você entende que, na realidade, não existe o maldito “mimimi” que as pessoas querem te enfiar guéla abaixo. Essas três sílabas afogam e matam lentamente.

 

Antes que alguém argumente, SIM, A GENTE ERRA PARA CARALHO. Eu, Alex Maniezo, não o Léquinho, mas a pessoa que escreve aqui todos os dias, o Alex, ERRA PARA CARALHO! Eu xingo as pessoas quando não precisa, eu trato mal quando poderia ser mais leve ou só ignorar. Eu não ouço os socorros dos meus melhores amigos muitas vezes por estar preocupado comigo . E tudo bem se preocupar consigo . Porque isso também ajuda, isso também previne e isso também salva.

 

Entretanto é preciso entender que existe uma doença por ai e ela é bem real. Existe remédio, existe tratamento e o que você pode fazer é apoiar. Tudo fora disso é prepotência ou egoísmo. Pode parecer duro demais, contudo é preciso também espalhar a ideia que não existe um salvador dentro de todos nós para quebrar uma doença na labia, um discurso motivacional por vez.

 

É preciso ter consciência e isso, num primeiro momento, já ajuda muito. Porque é daqui que começa, é por baixo. A Netflix vai continuar fazendo dinheiro com 13 Reasons Why, a WWE ainda vai sugar a vida de cada lutador ali até a última gota de exaustão e os estudantes de medicina vão seguir com o maior índice de suicídio dentre todos os universitários que, por si só, já são uma classe com altos índices de ideação suicida.

 

Não existe uma maneira boa de terminar um texto ruim. Tudo o que fica é mais uma perda dentre tantas, mais um corpo que foi negligenciado por uma grande companhia, dentre tantas outras como sua rede de fast food favorita ou seu supermercado. O problema esta sempre mais perto, mas a solução também deve estar, existe ajuda e apoio.

 

Mas, em momentos como esse, eles parecem distante e tudo que nós vemos são os pêsames para a família e os amigos, uma comunidade específica que perde mais uma pessoa presa em sua própria mente.

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Lanche da madrugada e a cultura dos highlights

Eu tenho o velho hábito de não dormir. Não me pergunte a razão e nem os efeitos colaterais que provavelmente irão encurtar meu tempo caminhando sobre a terra.

Volta e meia rola um lanche. Nos lanches rola sempre – sério, SEMPRE – um highlight.

Para você, amigo saboroso, que não sabe o que é um highlights, você pode pensar exatamente em um vídeo com os melhores momentos.

Talvez para a sua surpresa eu deva dizer em seguida: esse tipo de vídeo é extremamente útil.

O uso da palavra é exato é literal – usando literal corretamente lifestyle – uma vez que esses vídeos curtos te dão acesso a novas lutas e talvez despertem o interesse em feuds que você não conhecia. Além disso são uma ótima fonte para Nu Rock e pós grunge de qualidade duvidosa.

Até porque highlight não se faz com musica boa e sim com Limp Bizkit e Skillet. Com Evanescence, música da fase merda do Metallica, com Creed. Se faz com Undefeated.

Porque é assim que tem que ser; existe linguagem nesse tipo de compilação, principalmente tratando de Wrestling. É preciso um timing, é preciso ARTE para que você possa apreciar pão dormido com manteiga às 3h15 da manhã de terça feira quando sua gastrite está berrando mais que as sete cadeiras de balanço do inferno.

Ou você pode assistir no banheiro, deitado na cama, na frente do PC. É um formato de vídeo que realmente me ajuda a não perder o tesão pelo PW, fato que sempre ameaça minha vida e poria em risco minha sanidade mental, uma vez que eu iria parar de escrever e, consequentemente, existir.

Então, que vivam os preguiçosos e os sem tempo que alimentam a indústria dos highlights. Que vivam os artistas que gastam tempo em tornar um evento de mil horas em algo interessantíssimo de quatro minutos e vinte.

Porque o tempo voa demais e às vezes a gente só precisa de uma pílula concentrada de arte e estilo, às vezes a gente só precisa de Wrestling.

 

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O Trem do Hype

Estou aqui esperando para entrar na sala de Vingadores: Ultimato e pensando: quantas vezes o trem do hype já entrou forte e penetrante em nossos ânus nessa vida de fã da luta livre?

 

Eu não sei quanto a você, meu leitor safado, mas desde o começo da minha estrada assistindo PW eu sou facilmente empolgaveu, principalmente em lutas com Wrestlers abaixo do medíocre.

Isso acontece também com feuds em que o combate em si é bom, mas o trem do hype já descarrilhou e todo mundo morreu, deixando a luta como somente um memorando ruim da mal escrita televisionada.

E a decepção sempre vem porque A VIDA É ASSIM. Final de copa do mundo é merda, luta de MMA costuma ser ruim quando o build up acontece e a porra do Undertaker NÃO VAI fazer uma puta legal.

E nesse trem eu embarco porque eu sou trouxa. Pelo menos eu espero que Vongadires seja bom.

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Um review do Smackdown por alguém que não assistiu

Essa semana é uma daquelas em que eu penso “puta merda, porque eu decidi fazer rádio?”. Para quem não sabe, eu sou estagiário na emissora da faculdade e cubro palestras, o que me faz ficar no ambiente de trabalho/estudo desde a aurora dos tempos até o fim do ciclo de nossas vidas. Isso me faz perder a programação semanal da WWE, querido leitor cansado.

Entretanto, nosso comprometimento com a desinformação e a conspiração comunista para doutrinar através de mensagens subliminares não pode parar, de modo que o show da brand azul estará totalmente resumido aqui, neste dia de quarta-feira, baseado totalmente nos resultados e nas minhas expectativas e experiências.

 

E eu começo dizendo que foi um SD esquisito.

 

Reprodução: WWE.com

 

O show é claramente inspirado pela obra de Truffaut, tanto nos diálogos quanto na forma de filmar. O personagem de Becky Lynch, um clássico inegável da sessão da tarde, promete defender seus dois reinos, Raw e Smackdown, como se fosse umlíder dos Gorgonóides.

Para quem não sabe, Pequenos Guerreiros é o filme mais famoso de Françoise Truffaut. Charlotte e Bayley trazem uma inspiração na poética de Platão, onde discutem, em frases chatas para um caralho, o que é justiça e merecimento. Após isso caem na porrada porque Platão de cu é rola e temos aí um exemplo do eterno retorno Nietzchiano, onde, independente do que você faça, a Charlotte vai ta sempre no Main Event – e isso nesse momento não é uma reclamação porque FODA-SE A BAYLEY – e você, caro leitor, sempre vai acabar bebado e fumando no chão de um bar contando a história da sua vida para uma estranha que você nunca viu.

Tivemos também Lars Sullivan batendo em pessoas mais talentosas que ele e no Jinder Mahal. Isso parece ter sido, de longe, o melhor segment de todos. Dizem as más línguas que Jericho mandou uma carta para a WWE perguntando quem foi o headwriter desse desenvolvimento.

Ah, e o melhor comentário já feito a respeito do Lars Sullivan é o do Mauro Ranallo – QUE HOMÃO DA PORRA ESSE RANALLO – onde ele disse que o careca era “um desenho de Jack Kirby que tomou vida”.

Voltando ao Smackdown.

FACK!

Tivemos algo envolvendo o Roman Reigns e eu sinto ter que spoilar isso aqui para vocês… mas Reigns será revelado como filho bastardo do Mcmahon. Isso vai levar a formação de uma nova Shield com Hornswoggle e o retornante Jason Jordan. Se preparem inclusive para um In Your House: Battle of the Bastards.

E da batalha dos bastardos fomos para a dos gostosos em uma luta que envolvia Balor e Andrade. Claramente ambos têm influência técnica de Kevin Nash, enquanto suas personagens bebem de McMichael e Bagwell. Ah, e uma pontiiiiinha de Tony DeVito.

Kairi Sane segue em sua cruzada para desvalorizar qualquer outro Elbow Drop e fazer tudo parecer uma merda comparado ao dela, mas boatos que Randy Savage vai ser ressuscitado e uma possível feud para a Wrestlemania será construída. A empresa que já juntou Shawn Michaels – que todos sabemos ser um fi du cão – com Deus pode trazer feuds assim para nós.

 

O Show acabou com Kevin Owens atacando o campeão Kofi Kingston por uma suposta overdose de panquecas. Kofi já fez uma denúncia formal na PM de São Paulo, mas foi plenamente ignorado e ficou detido na delegacia algumas horas por conta do WWE Title.

A polícia não quis comentar o ocorrido, mas o governador disse que é plenamente normal e parabenizou a ação da corporação

Xavier Woods, como bom esquerdomacho, disse que prefere não julgar as ações de Kevin Owens e que “ce sabe como é né, brother?”. Depois disso desmaiou num prato de sopa.

Reprodução: Seu cu

Mas último comentário sério dessa merda? Kingston é um campeão da WWE que me traz muita felicidade, que homem.

 

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erro ao baixar e taca controle no pc

Driving Me Crazy

Você provavelmente já deve ter se perguntado em algum dia dessa sua vida confusa, meu querido leitor, a seguinte questão: “Para que caralhos eu tenho que baixar tanta merda que eu nem assisto?”

 

Se tratando de luta livre então? Eu, pessoalmente, sempre preciso retificar essa pergunta e passaria ela em cartório, gastando 45 estupiduzinhos – para representar bem o presida – só para ter firma reconhecida, de tanto que me sinto representado por essa frase. Que meu HD seja abençoado, e o seu também, bravos guerreiros que seguram terabytes de inutilidades atléticas contendo homens de sunga. 

 

Porque, sejamos francos meu querido, você nunca vai ver esse show de uma empresa japonesa de Shoot Fight que você baixou às 03h45” no cu da madrugada só porque o Joker tava falando sobre isso e parecia minimamente legal. E é assim que a gente descobre o que no PW acaba agradando.

baixar shootfight

É provável que exista um setor na nossa mente que ajuda a separar o realmente atraente para agora e o que só será útil e proveitoso daqui dezesseis anos e quatro meses. Enquanto isso tome-lhe espaço no HD e Ratio Master no XWT.

 

Linguagem complicada né? Talvez alguém com menos proficiência na pirataria preguiçosa da luta livre não entenda, mas isso já são terreno comum. Vale salientar que, de forma alguma, eu estou aqui fazendo um manifesto em defesa da pirataria e da “democratização” do conteúdo – ou talvez esteja, pau no seu cu – mas só queria falar do que funcionou para mim; do que ainda funciona, diga-se de passagem.

 

Logicamente que, se você tem bom senso, você ajuda a Beyond ou a Progress comprando o PPV lá na lojinha deles por alguns agent oranges que, convertidos para o real, dão a bagatela de 180 mil reais e um rim.

 

Agora, se você é um fudido que nem eu, você baixa.

 

E hoje ainda vivemos em tempos organizados. Eu sinceramente quero viver é no puteiro. Quero grupo de Whats app fazendo pack aleatório chamado PACOTÃO DA LUTA LIVRE com tudo de esquisito sobre PW que eles puderem encontrar e metendo em um google drive só para eu encher meu HD de gibis sobre o Kevin Nash.

 

Sim, eu tenho alguns gibis do Kevin Nash baixados aqui.

 

Há um ano atrás eu fiz uma edição do falecido Semanalfabeto, este que renasceu em forma de Newsletter, em que eu abria o HD desse computador e via tudo que eu tinha baixado através do Vuze e tinha ficado esquecido aqui dentro. É divertido ver as coisas que você protela. É mais divertido ainda ver que alguns conteúdos sobre luta livre que você achava a última batata recheada de santos hoje em dia não te despertam um mícron de interesse

 

 

Enfim, tinha que liberar a putada, tem que começar a fazer pack com bosta, tem que compartilhar vídeo de segment obscuro no privado.

 

TEM QUE TER GIF DO FLAIR PRA CARALHO!

baixar gif do flair falando theman

Bom dia

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Era melhor ver o filme do pelé

Esse é um dos casos de “quem viveu se lembra e quem não viveu nunca saberá como foi”. Tal qual participar de uma suruba, ver essa fase do it begins foi igualmente empolgante e terminantemente decepcionante.

 

Não que eu não ame as duas lutas entre Jericho e “ai meu Deus eu sou tão bom e desvalorizado” Cm Punk, mas, sendo bem franco? Que potencial jogado fora.

 

Sabe essas MERDA dessas promo do Bray Wyatt que tão aparecendo ou qualquer outro Build Up de return ou debut que a gente viu? Esqueça isso.

balanço  e água it begins

Talvez fosse a adolescência, os hormônios, a falta do que fazer ou a ainda maior falta de contato com qualquer pessoa que não fossem perfis com fotos estranhas em uma comunidade do Orkut, mas, man oh man, essa época a vida entrou em ebulição com o famigerado it begins.

 

Seria melhor ter ido ver o filme do Pelé.

 

Existiam teorias que ia ser um retorno da DX por conta dos botões da blusa do moleque – você veja o nível de psicopatia que era essa porra. Também supôs-se que a os mini vídeos falariam sobre a possível volta de Shane O’Mac, à época sumido fazia três anos e sem previsões de volta.

 

Como a gente sabe, tá aí sambando toda terça na TV com o dinheiro de papai.

 

E por fim foi o homem das muralhas de Jericó. E foi uma merda.

 

Tipo, foi legal, mas foi uma merda. Enfim, a adolescência meus amigos, ela é terrível e mágica, tal qual essa época e tal qual esse return.

 

duas crianças em uma sala de aula

E sabe o que mais incomoda a gente quando o futuro chega, quando as lembranças batem? Sempre, SEMPRE podia ter sido melhor.

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Exodus

  1. O ROSTER ESTÁ INCHADO

Sejamos francos, liro frends, o roster tá sempre inchado, o problema é o produto humano disponível para servir aos tubarões.

É incômodo ver bons lutadores servindo de escada para umas merdas ao nipe de Baron Corbin, Nakamura, Lacey Evans e companhia. Pior ainda é ver gente que é tão ou mais excelente que os lutadores supracitados e nem a chance de ser jobber tem. No máximo uma Battle Royal

Mas, até aí, a WWE já teve a Kai en Tai no roster e seu maior feito foi quebrar os dentes.

Enfim, o sacrifício foi feito. Nesta semana tivemos a debanda da Sanity, a exceção de Eric Young, o pedido de demissão de Luke Harper, a saída há muito prevista de Dean Ambrose e o muito provável êxodo de Sasha Banks.

Inchado, caro leitor, o monstro está inchado e ele quer permanecer assim. Porque é melhor estar pançudo que dar cartuchos à concorrência.

E sim, a WWE tá disposta a comer fogo se for preciso.

Entretanto, algo sempre escapa a boca da besta (ou do besta?), alguém sempre escapa do Egito e agora, nomes bem acima da média buscam sua terra prometida.

Não se engane, sempre existirá um Baron Corbin e, feliz ou infelizmente, sempre existirá uma oportunidade de desperdiçar o próximo Taka Michinoku.

 

E no texto de amanhã: LEVITICUS

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Ah minha Wrestlemania

E agora José?

Agora a gente segue, ora porras. Acabou, zé fini, se foi a Wrestlemania. Temos aí um Money in the Bank pela frente que, sinceramente, me traz ansiedade e medo. Não sei o que a WWE pode fazer para fuder o reinado do Kofi. Entretanto, o que mais me deixa feliz é saber que o Kofi tem um reinado.

S.O.S meus amigos, eu quase precisei dessas três letras porque o infarto estava bem perto. Foi uma noite de altos e baixos e eu não estou aqui para resumi-la ao seu bel prazer. O que eu vim fazer é falar somente isso:  Ah que saudades que eu já estou desta Wrestlemania!

Foi bonita, teve sua grande quantidade de merda que fez a gente sofrer, como de costume, mas fez o mais importante de tudo que foi ajeitar a casa.

Becky Lynch, Kofi Kingston e Seth Rollins.

Não me lembro a última vez que tivemos um plantel de campeões tão bom, talvez há uns três anos atrás e mesmo assim eu fico na dúvida. Junte isso aos campeões de tag, exclua os masculinos do Raw e temos aí um panteão respeitável.

Voltando ao poema, não sei para onde marchamos, mas a verdade é que a festa acabou e hoje todo mundo teve que ir para a escola ou para o trabalho.

Menos o Batista, esse se fudeu grandão mesmo.

 

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